| Processo: | 16/25109-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Botânica Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Silvia Ribeiro de Souza |
| Beneficiário: | Silvia Ribeiro de Souza |
| Instituição Sede: | Instituto de Botânica. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Adalgiza Fornaro ; Eduardo Pereira Cabral Gomes ; José Oscar William Vega Bustillos ; Marcos Pereira Marinho Aidar ; Regina Maria de Moraes |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/19853-7 - Caracterização da poluição e dos parâmetros meteorológicos de remanescentes da Mata Atlântica,
BP.TT 17/24249-9 - Caracterização da poluição e dos parâmetros meteorológicos de remanescentes da Mata Atlântica, BP.TT |
| Assunto(s): | Fabaceae Euphorbiaceae Ecologia Estresse abiótico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | compostos do metabolismo secundário | Estresse abiótico | Euphorbiaceae | fabaceae | Remanescentes florestais | Ecologia |
Resumo
O processo de crescimento urbano desordenado e caótico da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) tem levado gradual supressão da vegetação, restando poucos remanescentes florestais. Essas florestas urbanas apresentam grande importância na manutenção da qualidade do meio ambiente e, por isso, seria esperado que o impacto antrópico fosse cada vez mais reduzido. Contrariamente, tem se observado que esses remanescentes são constantemente afetados por vários agentes abióticos causadores de degradação da vegetação, incluindo a poluição atmosférica. Dentre os poluentes mais fitotóxico, destaca-se o ozônio (O3) que se apresenta em concentrações de risco aos ecossistemas vegetais. Ele pode induzir a produção de compostos do metabolismo secundário, dos quais muitos são orgânicos voláteis de plantas, que tem um papel fundamental nas funções químicas e biológicas do meio ambiente. Esses compostos voláteis são sinalizadores nas interações planta e inseto, agem nas defesa químicas das plantas e participam ativamente da química atmosférica. Para um melhor entendimento do papel dos voláteis de planta na atmosfera é fundamental identificá-los e quantificá-los nas regiões de interesse. Nesse sentido, propõe-se aqui caracterizar as emissões e a distribuição dos voláteis de plantas presentes nos remanescentes florestais da RMSP com vista à subsídiar modelos de ozônio os quais são essenciais para implementação de políticas públicas adequadas à melhoria da qualidade do ar. (AU)
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