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Manejo da cobertura do solo no cultivo de bananeiras e seus efeitos na solução do solo e avaliação da qualidade das águas do Rio Ribeira de Iguape

Processo: 17/14420-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2017 - 30 de abril de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Edson Shigueaki Nomura
Beneficiário:Edson Shigueaki Nomura
Instituição-sede: Departamento de Descentralização do Desenvolvimento (APTA Regional). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Eutrofização  Fruticultura  Cobertura do solo 

Resumo

O uso de espécies de plantas como cobertura do solo tem sido utilizado na agricultura, devido a preocupação com o processo de degradação dos solos brasileiros. Entre outras vantagens se destacam a proteção do solo contra agentes climáticos causadores de erosão, o controle de plantas de ocorrência espontânea e o aumento da disponibilidade de nutrientes ligados à matéria orgânica fornecida ao solo. As leguminosas têm sido mais utilizadas por estabelecer associação simbiótica com bactérias fixadoras de nitrogênio e recuperação de nitrogênio lixiviado das camadas mais profundas do solo, resultando no aporte de quantidades expressivas deste nutriente para as culturas plantadas em consórcio. Além disso, a manutenção de cobertura vegetal sobre o solo na área de cultivo possivelmente reduz perdas de nutrientes por lixiviação, devido a sua maior capacidade de absorção e exploração de maior área do sistema radicular. No entanto, pouco se conhece os efeitos do manejo da cobertura do solo sobre o cultivo de bananeiras na região do Vale do Ribeira. Sendo assim, os objetivos deste trabalho serão avaliar os efeitos do manejo da cobertura do solo no cultivo de bananeiras e seus efeitos na solução do solo e os impactos das adubações em bananeira na qualidade da água do Rio Ribeira de Iguape. Os tratamentos consistirão em seis tipos de manejo da cobertura do solo: T1: Crotalaria spectabilis; T2: Crotalaria juncea; T3: Guandu forrageiro (Cajanus cajan); T4: Feijão de porco (Canavalis ensiformis), T5: plantas espontâneas e; T6: no limpo (testemunha). O espaçamento de plantio da bananeira Grande Naine será de 2,0 m x 2,5 m (2.000 pl. ha-1). O delineamento será em blocos ao acaso, com seis tratamentos e quatro repetições, sendo que cada repetição contará com quatro bananeiras úteis por parcela. Serão avaliados por dois ciclos o desenvolvimento das bananeiras, a produção, os atributos químicos do solo, o estado nutricional das bananeiras e das coberturas do solo; e na solução do solo e em amostras de água do Rio Ribeira de Iguape e seus afluentes, onde serão avaliados o pH, a condutividade elétrica, e teores de potássio e nitrato. (AU)