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Avaliação da heterogeneidade nos exons dos genes BRAF, MAP2K1, MAP2K2 em melanomas primários e metastáticos

Processo: 17/10547-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2017 - 30 de novembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Gilles Landman
Beneficiário:Gilles Landman
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:João Bosco Pesquero
Assunto(s):Melanoma 

Resumo

Estudos recentes indicam haver resistência às terapias alvo para pacientes portadores de melanomas cutâneos com mutações específicas, como BRAF, MEK e KIT. Existem diversos mecanismos propostos para explicar este fenômeno, dentre eles a possibilidade de haver heterogeneidade genômica, tanto em lesões metastáticas quanto em primárias.Nosso grupo de pesquisa testou a hipótese de heterogeneidade proteica e molecular em melanomas acrais lentiginosos primários e em melanomas metastáticos e demonstrou a heterogeneidade na expressão proteica intratumoral (BRAF=55% e KIT=43%) evidenciada através de reação imuno-histoquímica (FAPESP 2011/20435-6), a associação de BRAF e c-MYC como fator preditivo de malignidade (OR=90); a heterogeneidade genética foi encontrada em 65% dos casos em BRAF éxon 15 (FAPESP 2012/11408-8) e em 44% em KIT éxon 11 e 13 (FAPESP 2012/11513-6). Contudo, estes achados de heterogeneidade tumoral em melanomas cutâneos precisam ser validados por metodologia mais sensível e de maior abrangência. A metodologia de NGS tem sido utilizada para avaliar simultaneamente mutações de grande número de genes. Desse modo, utilizando esta metodologia, se pretende estudar e confirmar a existência de heterogeneidade intratumoral em melanomas primários (n=48), do subtipo acral lentiginoso e não acral e em tumores metastáticos (n=48) usando uma plataforma com 6 genes. (AU)