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Estudo do comportamento do cloro no processo de torrefação e peletização de biomassa lenhosa para geração de energia

Processo: 16/13852-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa BIOEN - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2017 - 31 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Química - Processos Industriais de Engenharia Química
Pesquisador responsável:Erica Leonor Romao
Beneficiário:Erica Leonor Romao
Instituição-sede: Escola de Engenharia de Lorena (EEL). Universidade de São Paulo (USP). Lorena , SP, Brasil
Assunto(s):Cloro  Energia  Biocombustíveis  Torrefação  Peletização  Madeira  Biomassa 

Resumo

Frente a toda insegurança do uso de combustíveis fósseis, seus impactos negativos e sua previsão de término, a sociedade mundial vem buscando fontes de energia alternativas em substituição às energias não renováveis. A energia de biomassa - uma energia renovável - poderia ser uma boa candidata para complementação e otimização dos combustíveis fósseis. Dentre os processos termoquímicos, a torrefação vem emergindo como método de pré-tratamento térmico que elimina muitas das limitações associadas à biomassa bruta - in natura. A biomassa de madeira pode ser utilizada de diversas formas tais como: lenha, cavaco, briquete e peleta. Sabe-se que o mercado de peleta de madeira é o produto mais comum no mercado internacional de biomassa. A peleta de madeira não torrificada, produzidos nos países tropicais, não são aceitas no mercado europeu devido ao alto teor de cloro nas madeiras duras. No entanto, não existem dados suficientes sobre o comportamento do cloro, durante o processo de torrefação. O baixo teor de cloro é exigido para evitar corrosão em caldeiras e formação de dioxinas, que são um risco a saúde humana por ser persistente, tóxica e bioacumulativa. Essa adequação às normas internacionais fortaleceria a exportação de peletas produzidos nos trópicos para os países de clima frio. Desta forma, o presente trabalho tem como objetivo estudar o comportamento do cloro durante o processo de torrefação e peletização, de biomassa lenhosa, visando a atender a concentração exigida nas normas Europeias (£ 0,02%m/m) para utilização como combustível na geração de energia. (AU)