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BioBOT: desenvolvimento de um novo equipamento para liberação autônoma de ovos parasitados através de aeronaves remotamente pilotadas

Processo: 16/22572-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de dezembro de 2017 - 31 de agosto de 2018
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Elétrica - Eletrônica Industrial, Sistemas e Controles Eletrônicos
Pesquisador responsável:Fernando Garcia Nicodemos
Beneficiário:Fernando Garcia Nicodemos
Empresa:NCB Sistemas Embarcados Ltda
Município: São José dos Campos
Bolsa(s) vinculada(s):18/06879-8 - Desenvolvimento do sistema embarcado de liberação autônoma de ovos avulsos parasitados BioBOT para aeronaves remotamente Pilotadas - ARP, BP.TT
17/25251-7 - Desenvolvimento do sistema embarcado de liberação autônoma de ovos avulsos parasitados BioBOT para Aeronaves Remotamente Pilotadas - ARP, BP.TT
17/24666-9 - BioBOT: desenvolvimento de um novo equipamento para liberação autônoma de ovos parasitados através de aeronaves remotamente pilotadas, BP.PIPE
Assunto(s):Agricultura de precisão  Controle biológico  Aeronaves não tripuladas  Sistemas embarcados  Trichogramma galloi  Controle de pragas  Controle automático 

Resumo

O procedimento mais comum utilizado atualmente para realização do controle biológico de pragas é a distribuição manual de pequenos pedaços de papelão contendo ovos parasitados em seu interior. Estes são depositados em intervalos pré-definidos de modo a garantir a cobertura da área desejada. Apesar de já ocupar com sucesso seu espaço em campo, esse procedimento é um fator limitador para cobertura de grandes áreas. É caracterizado pela baixa eficiência e precisão, além do fato de ser custoso no tempo e exigir uma quantidade muito grande de colaboradores. Atualmente, a NCB opera comercialmente uma versão do Sistema Embarcado de Controle Biológico Automático (SECa-BuG), desenvolvido para substituir o procedimento apresentado anteriormente. Essa versão foi projetada especialmente para operar em motocicletas e, devido à crescente demanda de cobrir maiores áreas, foi adaptada em aeronaves tripuladas (agrícolas ou leves). Esse primeiro nível de automação já trouxe diversos benefícios, como o aumento da eficiência e uma grande redução da carga e tempo de trabalho. Entretanto, ainda existe a dificuldade de acesso com as motos em terrenos acidentados ou tomados pela erosão e a aeronave agrícola, por exemplo, tampouco atende ao propósito pelo fato de o seu custo operacional ser desproporcional com a carga paga a ser liberada no controle biológico. Nesse contexto, este projeto PIPE fase 1 visa o desenvolvimento do novo equipamento BioBOT, um robô aéreo para controle ótimo da taxa de liberação de ovos parasitados e operação autônoma utilizando Aeronaves Remotamente Pilotadas em voos de baixíssima altitude. Pretende-se comprovar a viabilidade técnica e econômica do controle biológico em maiores escalas através da automação das liberações aéreas de ovos parasitados com parceria da EMBRAPA Soja de Londrina (contrato de cooperação 20900.15/0010-1). O objetivo final é a disponibilização de um novo veículo aéreo autônomo que, integrado ao BioBOT, garanta o acesso e a cobertura de grandes áreas com maior eficiência e menores custos de operação. (AU)

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