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Immune checkpoints na hanseníase: a imunoterapia como uma abordagem viável para controlar a progressão da doença

Processo: 17/24419-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de dezembro de 2017 - 31 de maio de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Ana Paula Campanelli
Beneficiário:Ana Paula Campanelli
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Doenças transmissíveis  Imunoterapia 

Resumo

A hanseníase é ainda um problema de saúde pública. O tratamento dos pacientes com hanseníase é complexo e requer a terapia com múltiplas drogas e é insuficiente para prevenir as complicações neurais e controlar efetivamente o crescimento de Mycobacterium leprae. A imunoterapia é uma abordagem recente que está ganhando destaque no tratamento de câncer e doenças infecciosa. Dentre estas terapias destaca-se o bloqueio dos "immune checkpoints". Estas moléculas e seus ligantes são críticos para manter a tolerância e modular a resposta imune. Sabe-se que as células T reguladoras e a expressão de moléculas co-inibitórias em linfócitos induzem anergia e/ou exaustão de células T. Como exemplos de moléculas inibitórias podemos citar: PD-1 (Programmed cell death protein-1), CTLA-4 (cytotoxic T-lymphocyte-associated protein 4) e LAG-3 (lymphocyte-activation gene-3). Vários patógenos, incluindo M. leprae, podem utilizar estas vias para evadir da resposta imune do hospedeiro. Nesta perspectiva, apresentamos como as moléculas co-inibitórias PD-1, PD-L1 e CTLA-4 poderiam atuar de modo a inibir a ativação de células T e modular o desenvolvimento da hanseníase e como terapias tendo com alvo estas moléculas poderiam interferir com o desenvolvimento da doença. (AU)