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Vulnerabilidade de biomas brasileiros ao aquecimento do clima

Processo: 17/16923-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2018 - 31 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Simone Aparecida Vieira
Beneficiário:Simone Aparecida Vieira
Instituição-sede: Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais (NEPAM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Pesq. associados: Immaculada Oliveras Menor
Assunto(s):Vulnerabilidade  Secas  Cerrado  Mudança climática  Florestas tropicais 

Resumo

Originalmente, mais de 85% do território do Brasil estava ocupado por três biomas, Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica, incluídos entre os mais biodiversos do mundo. No entanto, as mudanças no uso do solo e o desmatamento tem reduzido essa área a menos de 60%, restando mais áreas remanescentes recobertas por vegetação secundária e alterada do que por vegetação primária. Por outro lado, o clima está ficando mais seco e quente, com ocorrência crescente de períodos de calor e eventos de seca que causam um aumento na inflamabilidade das florestas. Esta proposta visa responder às perguntas a seguir: Como serão as mudanças nos biomas brasileiros como resultado desses fatores de estresse? Florestas não perturbadas e em regeneração responderão de forma diferente? Qual é o papel da biodiversidade sobre a vulnerabilidade destas florestas, considerando um clima mais seco e quente e uma maior inflamabilidade das floretas? Como parte do projeto colaborativo NERC-FAPESP "Compreendendo e mantendo os recursos dos biomas brasileiros", a proposta visa abordar a questão sobre as respostas de ecossistemas não perturbados e em regeneração à seca, ondas de calor e inflamabilidade. Centra-se nas respostas individuais e espécie-específicas mediante a amostragem de uma gama representativa de indivíduos e espécies em tipos de vegetação diferentes a fim de investigar o seu papel na sensibilidade do ecossistema frente a esses fatores abióticos de estresse. O projeto tem uma abordagem dupla: a) compilação e descrição das propriedades destes ecossistemas nas parcelas (nível de comunidades) por amostragem de traços funcionais (capacidade fotossintética, propriedades hidráulicas e inflamabilidade) em indivíduos das espécies que mais contribuam (80%) com a produtividade do ecossistema e ciclo biogeoquímico; b) monitoramento em tempo real da resposta fisiológica desses sistemas a mudanças na temperatura do ar e umidade do solo. (AU)

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