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Simpósio Internacional sobre ética animal em pesquisa científica e ensino: acordo de cooperação entre Reino Unido e Brasil

Processo: 17/08681-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Organização de Reunião Científica
Vigência: 13 de agosto de 2018 - 14 de agosto de 2018
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Monica Levy Andersen
Beneficiário:Monica Levy Andersen
Instituição-sede: Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA). Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Brasil)
Assunto(s):Bioética  Pesquisa científica  Ensino 

Resumo

O Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA), órgão integrante do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), de caráter normativo, consultivo, deliberativo e recursal, é constituído por representantes de Ministérios (Saúde, Educação, Meio Ambiente, Agricultura e MCTIC), da comunidade científica (SBPC, SBCAL e FESBE), agência de fomento, representantes de Indústria Farmacêutica e de Sociedades Protetoras dos Animais legalmente estabelecidas. Entre suas atribuições, delibera sobre o uso de animais em atividades científicas e didáticas em território nacional. Em 2015 foi assinado um acordo entre o Governo Brasileiro, representado pelo MCTIC, e o Governo do Reino Unido (Grã Bretanha e Irlanda do Norte) para fortalecer e desenvolver a cooperação em pesquisa científica e desenvolvimento de métodos alternativos para substituir, refinar e reduzir a experimentação animal, seguindo o conceito conhecido como Princípio dos 3Rs. O presente projeto destina-se à organização do Simpósio Internacional sobre Ética Animal em Pesquisa e Ensino" (São Paulo, 4 e 5 de setembro de 2017), a ser conduzido sob as normas do acordo supracitado. Pretende-se com este simpósio promover o intercâmbio de material científico entre os dois países, bem como desenvolver redes e parcerias e pesquisas colaborativas. Esta gestão atual do CONCEA vislumbra disseminar o conceito de que deve haver harmonia nas abordagens e respeito as diretrizes vigentes para o uso de animais em pesquisas científicas e testes, além de incentivar o desenvolvimento e a aplicação de métodos alternativos à utilização de animais em salas de aula. Ainda, objetiva-se fortalecer que o conceito de bem-estar animal deve estar sobre a premissa científica e didática. (AU)