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The role of the cysteine and glycine-rich protein-3 (CRP3) in mechanosensing of cardiovascular smooth muscle cells

Processo: 17/50298-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2018 - 31 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Convênio/Acordo: University of Manchester
Proposta de Mobilidade: SPRINT - Projetos de pesquisa - Mobilidade
Pesquisador responsável:Ayumi Aurea Miyakawa Yamaguchi
Beneficiário:Ayumi Aurea Miyakawa Yamaguchi
Pesq. responsável no exterior: Christoph Ballestrem
Instituição no exterior: University of Manchester, Inglaterra
Instituição-sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Doenças cardiovasculares  Aneurisma da aorta abdominal  Matriz extracelular  Proteínas CRP3  Cisteína  Fluorescência  Cooperação internacional 

Resumo

Cerca de 8% dos indivíduos com mais de 65 anos apresentam aneurismas da aorta abdominal (AAA) e mais de 80% deles vão a óbito devido a ruptura do aneurisma. A sua formação envolve a diminuição de matriz extracelular e a perda de células musculares lisas (SMC) levando ao estreitamento da parede vascular e aumento do estresse mecânico. Os mecanismos moleculares envolvidos neste processo são ainda desconhecidos e esta proposta visa investigar a função da proteína CRP3 (cysteine and glycine-rich protein-3) e como ela regula a resposta celular à tensão mecânica. Dados pilotos do nosso laboratório sugerem que o CRP3 medeia sua função através de componentes de sites de interação célula-matriz. Para examinar esta hipótese, iremos empregar técnicas avançadas de fluorescência e analisaremos como o CRP3 contribui para a dinâmica molecular e as interações das proteínas do complexo de adesão em SMCs selvagens e CRP3-knockout, sob estímulos mecânicos experiências in vivo. A colaboração ajudará os membros das equipes a obter: (I) dados que permitirão expandir a colaboração e enviar uma proposta de pesquisa conjunta com objetivos mais amplos; (II) a visão interdisciplinar sobre os métodos aplicados pelo laboratório parceiro; (III) e potencialmente estender os esforços colaborativos para outros laboratórios existentes nas universidades. A longo prazo, pretendemos identificar alvos terapêuticos capazes de prevenir e tratar a AAA. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
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Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias (11 total):
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