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Lesão medular e infertilidade masculina: efeito do tratamento com probenecida sobre a toxicidade seminal de origem prostática

Processo: 17/14346-7
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2018 - 31 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Mariana Camargo
Beneficiário:Mariana Camargo
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Ricardo Pimenta Bertolla
Assunto(s):Infertilidade masculina  Traumatismos da medula espinal  Proteômica  Sêmen 

Resumo

omens com lesão medular encontram alguns problemas quando procuram pela paternidade, pois, além de disfunções erétil e ejaculatória, que podem ser efetivamente tratadas, estes homens também apresentam baixa qualidade seminal. Procurando entender melhor os mecanismos pelos quais estes homens apresentam baixa qualidade seminal, verificou-se que o plasma seminal apresenta uma toxicidade causada pelo complexo inflamassomo. Este complexo proteico pode ser bloqueado pela administração oral do medicamento probenecida, melhorando assim, significativamente, a motilidade progressiva destes homens. Após um estudo do perfil proteômico do plasma seminal de homens tratados com probenecida realizado em nosso laboratório foi possível sugerir um painel de proteínas que possam ser responsáveis por essa melhora após o tratamento. A fim de prosseguir com esse estudo, o objetivo do presente trabalho é estudar o efeito do tratamento com probenecida sobre a toxicidade seminal de origem prostática. Para isso, 15 homens com lesão medular serão tratados com 1000 mg por dia no total de probenecida via oral e uma amostra seminal será colhida, por estimulação vibratória peniana, antes do início do tratamento e outra ao final do tratamento. Uma alíquota será utilizada para realização do espermograma, e o restante da amostra será utilizada para avaliação das proteínas. Para a avaliação das proteínas, serão utilizadas as técnicas de ELISA, de Western blot. Para a comparação entre os períodos, será utilizado o teste t de Student para amostras pareadas (Pré x Pós) e não pareadas (Pré x Controle) (p < 0,05) . Com esses resultados espera-se entender melhor os mecanismos pelo qual o plasma seminal de pacientes com lesão medular é toxico para os espermatozoides. (AU)

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