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BIOMASP: biogenic VOCs in the metropolitan area of São Paulo

Processo: 17/50278-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2018 - 31 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Meteorologia
Convênio/Acordo: CNRS
Proposta de Mobilidade: SPRINT - Projetos de pesquisa - Mobilidade
Pesquisador responsável:Adalgiza Fornaro
Beneficiário:Adalgiza Fornaro
Pesq. responsável no exterior: Agnès Borbon
Instituição no exterior: Laboratoire de Météorologie Physique (LaMP), França
Instituição-sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Poluição atmosférica  Emissão de gases  Compostos orgânicos voláteis  Emissões biogênicas  Isopreno  Monoterpenos  Mudança climática  Qualidade do ar  Cooperação internacional 

Resumo

As emissões veiculares são reconhecidas como a principal fonte de poluição atmosférica da Megacidade de São Paulo (MASP), com mais de 8 milhões de veículos que queimam fósseis e biocombustíveis. Os dados da rede de monitoramento tem mostrado que as concentrações de ozônio máximas permaneceram relativamente constantes nos últimos 15 anos, sem tendência de diminuição. Isto levanta a questão do papel dos Compostos Orgânicos Voláteis (COV), um dos seus principais precursores. Os dados de COV comparando-se os resultados de diferentes estudos também sugerem uma diminuição dos COV antropogênicos na MASP, especialmente, desde que a presença de veículos flexfuel vem crescendo. As estratégias para reduzir a poluição do ozônio requerem conhecimento da química local e consideração de outros poluentes. Os COVs antropogênicos e biogênicos são importantes para a produção fotoquímica do 03. As emissões biogênicas de COV como o isopreno e os monoterpenos (BVOCs) são importantes para a qualidade do ar, pois contribuem para a formação de 03 troposférico e aerossóis secundários e têm efeitos indiretos nas mudanças climáticas. O objetivo do projeto BiOMASP é (I) caracterizar as emissões e (II) distribuição atmosférica de COV biogênicos emitidos por árvores de florestas atlântica tropical sob influências antropogênicas. Isso fornecerá base cientifica e dados de entrada para modelos de qualidade do ar possibilitando estimar o impacto dos BVOC sobre a produção de 03 e aerossóis orgânicos secundários. (AU)