Busca avançada
Ano de início
Entree

Construção, validação e normatização de instrumentos de avaliação do desenvolvimento sintático

Processo: 17/02990-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2018 - 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fonoaudiologia
Pesquisador responsável:Simone Rocha de Vasconcellos Hage
Beneficiário:Simone Rocha de Vasconcellos Hage
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/04371-7 - Normatização do TSA - Test de Sintaxis de Aguado, BP.TT
Assunto(s):Linguagem infantil  Desenvolvimento da linguagem  Testes de linguagem 

Resumo

O Brasil é carente quanto à disponibilidade de instrumentos formais para avaliação e diagnóstico na Fonoaudiologia, principalmente para crianças em idade pré-escolar. Se o horizonte é limitado em número de procedimentos de avaliação da linguagem de maneira geral, ele é praticamente inexistente quando a averiguação é sobre a morfossintaxe. O objetivo deste projeto é construir, validar e normatizar instrumentos de avaliação morfossintática. Dois instrumentos serão submetidos a este processo: o TSA - Test de Sintaxis de Aguado - versão traduzida e adaptada para o português e o PAM - Protocolo de Avaliação Morfossintática. Para verificar a validade de critério do TSA em português, o teste será aplicado em grupos de crianças com diferentes distúrbios de linguagem. A partir dos dados obtidos, ele será revisado quanto ao número de itens que o compõem. Para a normatização do teste serão selecionadas 500 crianças entre 3 e 7 anos. Já o PAM será validado quanto conteúdo e critério, pois se trata de instrumento criado. A validade de conteúdo será verificada pelo índice de validade de conteúdo (IVC) que mede a porcentagem dos profissionais em concordância ao afirmar se o instrumento é adequado ou não no que se propõe a medir. Assim como o TSA, o PAM será aplicado em grupos de crianças com diferentes alterações de linguagem, para verificar a validade de critério. As crianças deverão estar na faixa etária explorada pelo protocolo que vai de 30 a 54 meses. Para a aplicação do protocolo, será obtida amostra de fala espontânea a partir da interação da cada criança com o avaliador-pesquisador em ambiente clínico ou escolar. Para a obtenção de valores de referência do PAM serão selecionadas 25 crianças sem queixas de linguagem. O trabalho almeja fornecer instrumentos de avaliação morfossintática de duas formas distintas para serem utilizados com crianças brasileiras com queixa de linguagem. (AU)

Mapa da distribuição dos acessos desta página
Para ver o sumário de acessos desta página, clique aqui.