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Remédios para a justiça: um estudo sobre os recursos judiciais nos Tribunais da Relação, entre o Império Português e o do Brasil (c. 1750-c.1840)

Processo: 17/18137-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2018 - 31 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História do Brasil
Pesquisador responsável:Andrea Slemian
Beneficiário:Andrea Slemian
Instituição-sede: Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Guarulhos. Guarulhos , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):18/19614-2 - Remédios para a justiça: um estudo sobre os recursos judiciais nos Tribunais da Relação, entre o Império Português e o do Brasil (c. 1750-c. 1840), BP.TT
18/03516-1 - Remédios para a justiça: um estudo sobre os recursos judiciais nos Tribunais da Relação, entre o Império Português e o do Brasil (c. 1750-c.1840), BP.TT
Assunto(s):Justiça  História do direito  História do Século XVIII  Século XIX 

Resumo

Este projeto tem por objetivo estudar os recursos judiciais ordinários na América portuguesa e primeiras décadas do Império do Brasil no espaço dos Tribunais da Relação, visando uma reflexão ampla acerca da cultura e tradição jurídicas portuguesas no espaço colonial, caracterizado por uma sociedade multiétnica com ritmos e demandas específicos. A ideia é mapear as concepções vigentes acerca dos recursos e o modo de funcionamento dos mesmos, além de quantificar sua ocorrência e as tipologias mais utilizadas, bem como os pleiteantes e suas localidades. A periodização remonta ao período reformista seguindo até as primeiras décadas após a Independência, quando se pretendeu uma nova normalização sobre os recursos com a Reforma do Código do Processo Criminal; arco temporal em que funcionaram quatro Tribunais no Brasil: na Bahia, no Rio de Janeiro, no Maranhão e em Pernambuco. O projeto parte da concepção de que a cultura jurídica deve ser pensada integradamente como espaço normatizado dos recursos vis-à-vis à dinâmica social que não pode ser reduzida apenas às partes e suas disputas, mas envolvendo toda a estrutura existente para justiça. (AU)