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Adaptação transcultural da Entrevista Clínica Estruturada para o DSM-5 (versão de pesquisa e versão clínica) para o contexto brasileiro e estudo psicométrico

Processo: 17/18000-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2018 - 31 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria
Pesquisador responsável:Flávia de Lima Osório
Beneficiário:Flávia de Lima Osório
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesq. associados:Jaime Eduardo Cecilio Hallak ; José Alexandre de Souza Crippa ; Sonia Regina Loureiro
Assunto(s):Transtornos mentais  Psicometria  Confiabilidade  Entrevista  Diagnóstico  Instrumentos de avaliação 

Resumo

O diagnóstico em psiquiatria é complexo devido a ausência de marcados biológicos e de neuroimagem. Assim, o uso de instrumentos padronizados de avaliação são de grande importância para o correto diagnóstico nesta área, sobretudo no que se refere à confiabilidade. Assim, considerando-se: a) a importância da entrevista Clínica Estruturada para DSM (SCID) para a realização de diagnósticos clínicos em psiquiatria, sobretudo no contexto de pesquisa; e b) a atualização na classificação diagnóstica em psiquiatria com a introdução do DSM-5, propõe-se o presente estudo, cujos objetivos são: 1) traduzir e adaptar culturalmente para o português do Brasil a SCID-5-RV e a SCID-5-CV bem como realizar o estudo psicométrico destas versões em amostra de pacientes psiquiátricos; 2) desenvolver vídeos para realização de treinamento de pesquisadores e clínicos no uso do instrumento. Para atender-se ao objetivo 1 utilizar-se-á uma amostra de 150 pacientes psiquiátricos internados ou ambulatoriais em atendimento no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP, os quais serão avaliados por meio da SCID-5 em suas diferentes versões. Esta entrevista será realizada gravada e posteriormente será avaliada por um segundo avaliador para estudo da confiabilidade inter-avaliadores. Para avaliação da confiabilidade teste-reteste, cerca de 70 sujeitos serão selecionados por sorteio para participarem de uma segunda entrevista a ser conduzida por um terceiro avaliador, cerca de 7 a 30 dias após a primeira entrevista. Os sujeitos também preencherão as Escalas Dimensionais de Sintomas do DSM-V e a Escala de Avaliação da Incapacidade para estudo da validade concorrente dos diferentes módulos. Os dados serão avaliados estatisticamente, com auxilio do software estatístico SPSS. Adotar-se-á nível de significância para todas as análises de p <0.05. Para atender-se ao objetivo 2, serão desenvolvidos materiais didáticos, a partir de gravações de entrevistas conduzidas por pesquisadores experientes em pacientes com diferentes diagnósticos clínicos (N=10). (AU)