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Prevenção da cronicidade da dor muscular pelo exercício físico: envolvimento de mecanismos neuroimunológicos

Processo: 17/17919-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2018 - 29 de fevereiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Maria Cláudia Gonçalves de Oliveira Fusaro
Beneficiário:Maria Cláudia Gonçalves de Oliveira Fusaro
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira , SP, Brasil
Assunto(s):Exercício físico  Dor musculoesquelética  Mialgia  Dor crônica  Neuroimunomodulação 

Resumo

Dores crônicas de origem musculoesquelética são um problema de saúde pública mundial com importante impacto socioeconômico. Atualmente, já são conhecidos diferentes mecanismos moduladores das dores musculares agudas. Entretanto, pouco se sabe sobre os mecanismos subjacentes à transição da dor aguda em crônica assim como sua manutenção. Nas condições dolorosas crônicas, a terapêutica farmacológica nem sempre se mostra eficiente, tanto pela refratariedade de alguns pacientes quanto pelos inúmeros efeitos colaterais. Por outro lado, o exercício físico tem sido evidenciado como uma abordagem terapêutica bastante eficiente e sem os efeitos colaterais da terapêutica farmacológica. Experimentos-piloto do nosso laboratório demonstraram que o exercício físico não só reduz a dor muscular aguda como também impede a cronificação. Considerando-se que o processamento da dor inflamatória pode envolver tanto mecanismos neuronais quanto imunológicos, o objetivo do presente estudo é pesquisar mecanismos neuroimunológicos pelos quais o exercício físico previne a transição da dor muscular aguda em crônica, assim como a sua manutenção. Especificamente, nosso alvo imunológico serão as células do sistema imunológico envolvidas com a sinalização inflamatória do tecido muscular, como macrófagos, via ativação de receptores PPAR-gama. Já o alvo neuronal serão as fibras nociceptivas aferentes primárias, via ativação de receptores P2X3. Para isso, utilizaremos um modelo de dor muscular persistente, exercício físico através da natação, farmacologia comportamental e técnicas de biologia molecular. (AU)

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