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Papel do macrógafo no clearance de células apoptóticas e controle da inflamação na próstata após castração

Processo: 18/04092-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de abril de 2018 - 30 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Hernandes Faustino de Carvalho
Beneficiário:Hernandes Faustino de Carvalho
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Próstata 

Resumo

A privação androgênica resulta em apoptose das células epiteliais da glândula prostática. Macrófagos engajam-se na fagocitose das células mortas. Entretanto, não se sabe se os macrófagos ativam a via LAP "microtubule-associated protein 1 light chain 3 alpha (LC3)-associated phagocytosis" e se contribuem para prevenir a inflamação. Citometria de fluxo, RT_PCR e imunocitoquímica foram utilizadas para caracteriza a sup-população de macrófagos residentes do epitélio da próstata ventral de ratos (VP) após a castração. Estereologia foi empregada para determinar variações no número de células ED1 e ED2. Camundongos foram tratados com cloroquina ou L-asparagina para bloquear a autofagia. Macrófagos M1 (iNOS-positivos) e M2 (MRC1+ e ARG1+) não foram identificados no epitélio prostático no dia 5 após castratção. O percentual dos fenótipos CD68+ (ED1) e CD163+ (ED2) aumentaram após a castração, mas somente as células CD68+ estavam presentes no epitélio. RT-PCR mostrou aumento no conteúdo dos marcadores de autofagia Bcl1 e LC3 após a castração. Além disto, imunocitoquímica mostrou a presença de células LC3+ e ATG5+ no epitélio. Imunocitoquímica dupla mostrou a presença de células CD68+/LC3+, compatíveis com o fenótipo LAP. Células LC3+ acumulam-se no epitélio após a castração. A administração de cloroquina ou de L-asparagina resultou em inflamação da próstata no dia 5 após a castração. Em conclusão, macrófagos CD68+ fagocitam as células apoptóticas e ativam a via LAP, desta forma contribuindo para a preservação de um microambiente não inflamado. Inflamação foi detectada quando a autofagia foi bloqueada nos animais castrados, mas não nos animais controle. (AU)

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