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EMU concedido no processo 14/50906-9 - porta amostra criogênico para MET

Processo: 17/26858-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa Equipamentos Multiusuários
Vigência: 01 de fevereiro de 2018 - 31 de janeiro de 2025
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química
Convênio/Acordo: CNPq - INCTs
Pesquisador responsável:Fernando Galembeck
Beneficiário:Fernando Galembeck
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/50906-9 - INCT 2014: em Materiais Complexos Funcionais (INOMAT), AP.TEM
Assunto(s):Nanotoxicologia  Microscopia eletrônica  Microscopia  Nanopartículas 
Página web do EMU: Página do Equipamento Multiusuário não informada
Agendamento de uso: E-mail de agendamento não informado

Resumo

O objetivo deste projeto é a aquisição de acessórios que serão instalados em um Microscópio de Transmissão Eletrônica (Libra 120 - Zeiss), que foi adquirido como parte de um projeto INCT / Inomat já concluído (Proc. Fapesp 2008/57867-8). O projeto atual visa aumentar a capacidade analítica deste microscópio através da implementação de técnicas eletrônicas de criomicroscopia. Nestas técnicas, as amostras são preparadas e examinadas sob a forma de filmes ultrafinos cuja matriz é água vítrea. Isso dispensa as etapas de aplicação de fixadores ou contrastes, que podem introduzir contaminantes na amostra, causando o aparecimento de artefatos. Esta técnica é especialmente importante em amostras solúveis ou dispersas em água, biológicas ou não: emulsões, micelas, nanopartículas, nanoagregados, biomacromoléculas e nanoestruturas de origem biológica. Além disso, amostras não-hidratadas que são muito sensíveis ao feixe eletrônico podem ser examinadas por criomicroscopia, uma vez que as amostras são mantidas a baixa temperatura. O microscópio Libra 120 em que este acessório será instalado tem sido intensamente utilizado na pesquisa de nanocompósitos, polímeros e até mesmo de amostras sensíveis ao feixe de elétrons acelerados a altas tensões (nanopartículas e nanofios de polímero). Sob as condições atuais, as amostras hidratadas requerem secagem intensiva prévia para análise e, por vezes, elas devem ser processadas com elementos fixadores e / ou de contraste, como urânio, para alcançar a estabilidade e o contraste necessários à aquisição de imagens. Este tipo de tratamento será desnecessário, adotando-se a criomicroscopia. Na configuração desejada, este instrumento permitirá a combinação de até três ferramentas poderosas: espectroscopia de perda de energia elétrica, tomografia eletrônica e criomicroscopia, em uma combinação que muitas vezes não é encontrada, mesmo em laboratórios com excelentes instalações. A implementação da criomicroscopia neste laboratório permitirá avanços importantes no projeto de pesquisa atual da Inomat (Proc. FAPESP 2014 / 50906-9), especialmente nas atividades de nanotoxicologia e no desenvolvimento de novas nanoestruturas poliméricas ou híbridas. (AU)

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