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Regulação epigenética do potencial osteogênico em células mesenquimais derivadas do ligamento periodontal

Processo: 17/07944-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2018 - 30 de setembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia
Convênio/Acordo: University of Birmingham
Pesquisador responsável:Denise Carleto Andia
Beneficiário:Denise Carleto Andia
Pesq. responsável no exterior: Malgorzata Wiench
Instituição no exterior: University of Birmingham, Inglaterra
Instituição-sede: Instituto de Ciências da Saúde (ICS). Universidade Paulista (UNIP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados: Ben A. Scheven ; Karina Gonzales Silvério Ruiz
Assunto(s):Epigênese genética 

Resumo

As células multipotentes do ligamento periodontal de humanos (PDLSCs), assim como outras células mesenquimais (MSCs), podem dar origem aos tecidos ósseo, adiposo e cartilaginoso. Elas são relativamente fáceis de serem obtidas durante as extrações dentárias e tem sido demonstrado que possuem bom potencial osteogênico e capacidade de proliferação. Portanto, essas células são candidatas promissoras, não apenas para o reparo tecidual periodontal, mas também para terapias regenerativas em várias doenças ósseas. No entanto, os mecanismos moleculares subjacentes à diferenciação osteogênica das PDLSCs ainda não são completamente compreendidos, com limitada informação sobre seu perfil e regulação epigenética. Como o fenótipo celular é determinado pela regulação de genes linhagem-específica e mecanismos epigenéticos, tal informação é indispensável para a aplicação segura das PDLSCs em ensaios clínicos humanos. Neste projeto, o objetivo é produzir grande quantidade de dados e resultados que possam preencher algumas lacunas no conhecimento da osteogênese e diferenciação das células mesenquimais. Inicialmente, as alterações genômicas globais na metilação e hidroximetilação do DNA, acessibilidade da cromatina e ligação dos fatores de transcrição específicos de osso serão estudadas nas PDLSCs, durante o processo de diferenciação osteogênica, com o objetivo de observar seu efeito na transcrição de genes específicos de tecido ósseo. Além disso, as populações de PDLSCs com alto e baixo potencial osteogênico serão comparadas, visando selecionar potenciais marcadores epigenéticos de diferenciação preferencial direcionada aos osteoblastos. E, finalmente, na segunda parte do projeto, nós investigaremos a possibilidade do fator de transcrição-RE1 (REST) ser um novo regulador da diferenciação osteogênica e se sua ação poderia ser modificada pelo resveratrol, um polifenol.Com foco nas terapias de regeneração tecidual, o projeto se alinha muito bem com o interesse da Faculdade de Odontologia da Universidade Paulista e da Faculdade de Odontologia da Universidade de Birmingham. Nós esperamos que esse projeto se desenvolva em uma colaboração duradoura que atrairá outros pesquisadoes e estudantes de pós-graduação. (AU)