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Plataformas Microeletrônicas para biossensores eletroquímicos, piezoelétricos e FETs

Processo: 17/24201-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2018 - 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Elétrica - Medidas Elétricas, Magnéticas e Eletrônicas, Instrumentação
Pesquisador responsável:Marcelo Mulato
Beneficiário:Marcelo Mulato
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesq. associados:Marina Ribeiro Batistuti ; Pedro Miguel de Lemos Correia Estrela
Auxílios(s) vinculado(s):18/22155-0 - Interações entre células dendríticas e vírus da dengue para detecção precoce e compreensão da doença, AP.R
Assunto(s):Técnicas biossensoriais  Sensores piezoelétricos  Microeletrônica  Oligonucleotídeos  Sensores eletroquímicos 

Resumo

O desenvolvimento de biossensores tem crescido continuamente a cada ano devidoa possibilidade de detecções rápidas e acuradas de uma grande variedade demoléculas alvo ou biomarcadores, principalmente na área médica e de diagnóstico.A miniaturização destes dispositivos levará a realização de exames menos invasivose redução do volume de amostra a ser analisada. Este projeto propõem oestudo e desenvolvimento de biossensores microeletrônicos utilizando principalmentecomo eletrodos superfícies de FTO, ITO e ouro modificadas com polímeros,nanoestruturas de carbono e monocamadas auto-organizadas. As modificações compolímeros como PANI tem como objetivo a adição de enzimas e anticorpos paradetecção de glicose, lactato e piruvato. Nanoestruturas de carbono como grafeno enanotubos permitem a imobilização de enzimas e oligonucleotídos. Já as superfíciesde ouro podem ser modificadas tanto com polímeros como com monocamadasauto-organizadas permitindo diferentes métodos de imobilização de oligonucleotídos,entre eles microRNA e aptâmeros. O desenvolvimento e otimização dessas diferentesplataformas, assim como a detecção dos analitos de interesse baseiam-se em técnicaspotenciométricas (como voltametria, espectroscopia de impedância eletroquímica etransistores de efeito de campo com porta extendida), piezoelétricas (microbalançade cristal de quartzo) e ópticas (através da mudança de reflectância dos polimerosapós a detecção). Como inovação, este projeto traz a multiplexação para detecçãode diversos biomarcadores em uma única plataforma. Assim, espera-se que seja, aofinal, dado mais um largo passo no desenvolvimento de biossensores microeletrônicosvisando a aplicação médica em larga escala, baixo custo e reduzindo os limites dedetecção. (AU)

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