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Estudo da degradação de dietilestilbestrol (des) e bisfenol a (BFA) em efluentes na Região do Grande ABC (SP) por HPLC-FL utilizando fungos

Processo: 16/05642-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2018 - 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública
Pesquisador responsável:Elizabete Campos de Lima
Beneficiário:Elizabete Campos de Lima
Instituição-sede: Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH). Universidade Federal do ABC (UFABC). Ministério da Educação (Brasil). Santo André , SP, Brasil
Assunto(s):Cromatografia líquida de alta pressão  Efluentes  Fluorescência 

Resumo

A contaminação de recursos hídricos constitui um dos principais problemas ambientais da atualidade, sendo que a preocupação com os micropoluentes - substâncias que se manifestam em concentrações na ordem de ¼g L-1 e ng L-1- tem aumentado expressivamente nos últimos anos Entre as substâncias que podem ser classificadas como micropoluentes, destacam-se os compostos com atividade estrogênica como é o caso do bisfenol A (BFA) e do estrogênio sintético dietilestilbestrol (DES). Os disruptores endócrinos com atividade estrogênica são os que despertam maior preocupação aos sanitaristas, pois são extremamente ativos biologicamente e têm uma introdução contínua no meio ambiente. A remoção de poluentes emergentes por meio de lagoas de estabilização - a principal tecnologia em tratamento de esgoto no Brasil - apresenta variação em sua eficiência (Pessoa et al.,2012). Os outros processos para a remoção de poluentes emergentes são a osmose reversa, a oxidação química, a ozonólise, dente outros. São procedimentos caros, que demandam muitas modificações nas linhas de tratamento já existentes e, por conseguinte, investimento financeiro de grande porte, fato que leva à inviabilidade a instalação destes. Entretanto, a oxidação dos poluentes emergentes por enzimas oriundas de microrganismos tem sido considerada uma tecnologia inovadora e potencialmente eficaz para a remoção destas substâncias em efluentes que eventualmente serão despejados no meio ambiente. Estudiosos como Cajthaml (2014) já vem aplicando fungos ligninolíticos para remoção de estrógenos em amostras; Gimenes (2011) utilizou a espécie Trametes villosa para a degradação do pentaclorofenol, dentre outros. Também é observada a aplicação destes fungos para a degradação de corantes oriundos das indústrias têxteis. (Balan & Monteiro, 2001)Este estudo tem como objetivo determinar, por meio da cromatografia líquida de alta precisão com detector de fluorescencia (HPLC-DAD), o potencial de degradação de BFA e DES por basidiomicetos dos gêneros Trametes e Pleurotus, denominados fungos de decomposição branca, cujas enzimas lignolíticas possuem conhecido poder oxidante (SALVI, 2011); bem como a concentração dos produtos desta degradação. Serão utilizadas para o estudo amostras de agua da Represa Billings situada na região do Grande ABC (AU)

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