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Quem conta um conto...: a supervisão na Psicologia Clínica e na Psicanálise

Processo: 18/00038-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros no Brasil
Vigência: 01 de maio de 2018 - 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Tratamento e Prevenção Psicológica
Pesquisador responsável:Maria Lívia Tourinho Moretto
Beneficiário:Maria Lívia Tourinho Moretto
Instituição-sede: Instituto de Psicologia (IP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Psicologia clínica  Psicoterapia  Diagnóstico  Assistência ao paciente  Supervisão clínica  Estudantes de psicologia  Formação profissional  Livros  Publicações de divulgação científica 

Resumo

O livro "Quem conta um conto...: a supervisão na Psicologia Clínica e na Psicanálise" é resultado do extenso e profundo trabalho clínico e de pesquisa de docentes do Departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia Clínica da Universidade de São Paulo que se ocupam do trabalho de supervisão clínica oferecido aos alunos de quarto e quinto ano, nas disciplinas de Atendimento Clínico do curso de graduação em Psicologia da referida Universidade. Os trabalhos apresentados em onze capítulos dão visibilidade à vasta experiência e ao envolvimento dos autores enquanto supervisores clínicos nas diferentes abordagens teóricas e em diferentes contextos clínicos, demonstrando que o engajamento dos mesmos na formação dos alunos é, ao mesmo tempo, um meio privilegiado de investimento na própria formação continuada do professor supervisor. A experiência do supervisor como parte integrante do processo de formação de psicólogos clínicos produz inquietações, questionamentos e saberes que são objetos de reflexão neste livro. O nosso objetivo é apresentar e discutir aspectos do processo de formação de psicólogos clínicos, no contexto acadêmico, tomando a supervisão como um dos eixos da formação continuada do clínico. Partimos da premissa de que, em Psicologia, a atividade clínica demanda um tipo de ensino que ultrapassa a mera apreensão intelectual de princípios norteadores do trabalho e o conhecimento de teorias sobre a subjetividade humana. Destacamos a importância da dimensão da escuta e da escrita do caso enquanto articuladoras da transmissão da experiência clínica no dispositivo de supervisão. Esperamos que a apresentação de dificuldades e problemas frequentes concernentes à prática da supervisão clínica, tanto do ponto de vista do supervisor quanto do ponto de vista do supervisionando em formação na área de Psicologia, produza reflexões que possibilitem a construção de saberes que efetivamente contribuam para a ampliação do campo teórico que embasa o processo de supervisão clínica em Psicologia. (AU)