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Análise in vitro/in vivo do LED violeta e in vitro do plasma de argônio na alteração de cor, conteúdo mineral, morfologia e segurança do clareamento dental

Processo: 17/23841-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2018 - 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Vanessa Cavalli Gobbo
Beneficiário:Vanessa Cavalli Gobbo
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil
Pesq. associados:Marcelo Giannini
Assunto(s):Peróxido de carbamida  Dentística  Clareamento de dente  LED  Peróxido de hidrogênio 

Resumo

O objetivo deste projeto no estudo I será avaliar in vitro a alteração de cor do esmalte, concentração intrapulpar e alteração da morfologia do esmalte submetido ao clareamento com LED violeta (LED) e plasma de argônio (PL) associado ou não a peróxidos de hidrogênio (PH) e de carbamida (PC) em altas concentrações. No estudo II, será avaliada a alteração do conteúdo mineral do esmalte submetido aos mesmos tratamentos. Já no estudo III, será avaliada clinicamente a eficácia, segurança e alteração do conteúdo mineral de dentes submetidos ao clareamento com o LED violeta associado ou não a géis de peróxido em altas concentrações. No estudo I e II, incisivos bovinos ou terão suas coroas mantidas intactas para análise de cor e penetração pulpar (n=90) ou serão cortados em blocos, que após seleção por microdureza de superfície do esmalte, serão utilizados para análises de conteúdo mineral (n=90). Os dentes serão divididos em 9 grupos de tratamento: 1) PC; 2) PH; 3) PC/LED; 4) PH/LED; 5) LED; 6) PC/PL 7) PH/PL; 8) PL; 9) sem gel e sem luz. No estudo I, a cor será determinada com o cálculo de ”E (diferença de cor antes e após o tratamento obtida por meio de um espectrofotômetro), a penetração pulpar será obtida a partir da densidade óptica das soluções coletadas da câmara pulpar por meio de espectrofotometria e a morfologia de superfície será determinada pelo Microscópio Eletrônico de Varredura. No estudo II, o conteúdo mineral será avaliado por análises químicas (EDX e FT-RAMAN) e microbiópsia do esmalte, que determinará a concentração de cálcio e fosfato no esmalte submetido aos tratamentos clareadores. Já no estudo III, os pacientes serão selecionados após análise criteriosa de inclusão/exclusão e serão aleatoriamente divididos em 5 grupos de tratamento (n=20): 1) PC; 2) PH; 3) PC/LED; 4) PH/LEd; 5) LED. Os pacientes serão submetidos à análise de cor como descrita anteriormente e de intensidade da sensibilidade dental subjetiva com EVA e de conteúdo mineral por meio de micróbiopsia. Todos os dados coletados serão submetidos ao teste estatístico adequado após análise de homocedasticidade. (AU)