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Síntese e avaliação da atividade antimicrobiana de novos derivados de acetamidas formadas a partir de aroilacetonitrilas substituídas

Processo: 17/00666-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de maio de 2018 - 31 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Jan Carlo Morais Oliveira Bertassoni Delorenzi
Beneficiário:Jan Carlo Morais Oliveira Bertassoni Delorenzi
Empresa:NEGUEBE QUIMICA E BIOLOGICA LTDA
Município: São Paulo
Assunto(s):Acetamidas  Anti-infecciosos  Butadienos 

Resumo

Serão obtidas acetamidas a partir de aroilacetonitrilas substituídas. Partindo destes acetamidas serão realizadas reações de halogenação para a introdução de um ou dois átomos de halogênio na cadeira carbonada e assim incrementar o potencial antimicrobiano de estes compostos. As acetamidas reagirão com oxicloreto de fósforo e dimetilformamida para formar os clorovinilaldeídos, que serão transformados mediante condensação de Knoevenagel nos butadienos push-pull, de alto potencial reativo e antimicrobiano. Partindo das acetamidas dihalogenadas é possível à substituição dum átomo de halogênio pela reação com derivados de alcoóis, tióis e aminas, mantendo a estrutura das acetamidas monohalogenadas, o que incrementa as potencialidades antimicrobianas de estes novos compostos. A pureza dos compostos será avaliada por cromatografia líquida de alta eficiência (HLPC). Uma vez puras, serão enviadas para a caracterização espectroscópica e análise elementar orgânica. As avaliações biológicas serão realizadas a partir de um amplo screening dos compostos obtidos, com o objetivo de corroborar as predições do desenho molecular. Na avaliação antimicrobiana será usado um painel de 25 bactérias Gram-positivas e Gram-negativas de interesse clínico, pelo método de microdiluição com posterior confirmação em placas de Petri, determinando a concentração inibitória mínima (CIM) de 100% do crescimento bacteriano. Também serão desenvolvidas as avaliações teóricas in silico. Para os compostos com maior potência antimicrobiana serão ampliadas as avaliações antibacterianas in vitro e serão desenvolvidas as avaliações da citotoxicidade. Os estudos serão realizados seguindo as recomendações de Agências Regulatórias Internacionais e da ANVISA, assim como as Boas Práticas de Laboratório (BPLs). Pretende-se, portanto, avaliar o potencial antimicrobiano de moléculas inovadoras dentro dos padrões regulatórios que permitam um futuro registro como medicamento. Os novos compostos planejados neste projeto não aparecem na busca SciFinder, o que pode permitir a preparação de patentes de invenção. (AU)