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Desenvolvimento técnico e comercial de aplicativo web Mobile para aumentar a eficiência do manejo integrado de doenças e pragas da soja através de computação em nuvem e mineração de agro Big Data

Processo: 17/07841-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência: 01 de dezembro de 2017 - 30 de novembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Convênio/Acordo: FINEP - PIPE/PAPPE Subvenção
Pesquisador responsável:Éder Antônio Giglioti
Beneficiário:Éder Antônio Giglioti
Empresa:Smartbio Desenvolvimento Tecnológico Ltda (Smartbio)
Município: Adamantina
Pesq. associados:Carlos Eduardo Aparecido Schults ; Cristiano Fagundes ; Donavan Peres Rodero ; Dreid Cristina Peres Rodero ; Fabio Costa dos Santos ; Fabricio Leonardo Grego ; Marcelo Giovanetti Canteri
Assunto(s):Aplicativos móveis  Internet  Big data  Computação em nuvem  Tomada de decisão  Manejo integrado  Doenças de plantas  Soja 

Resumo

Apesar de enorme esforço para o Manejo Integrado Pragas e Doenças (MIPD), os agricultores ainda sofrem com gastos desnecessários pelo uso inadequado de defensivos agrícolas ou com o enorme potencial de perdas proporcionado pelo ataque de fungos, vírus e insetos que podem reduzir a produção em até 70%. Essa dificuldade é imposta pela complexidade da interação entre patógeno ou inseto com a planta-ambiente-homem. Para contornar essa dificuldade e proporcionar maior eficiência nos processos do MIPD e, consequentemente, aumentar a produtividade, foi desenvolvido, com o apoio do PIPE FASE I da FAPESP (Processo: 2015/16014-6) o APLICATIVO WEB MOBILE SMARTBIO IPM SOJA. Com esse sistema, o produtor consegue prever onde e quando um patógeno ou inseto vai atacar sua cultura e orientar, dimensionar, recomendar, agendar e gerir todas as atividades do MIPD que mais se adequam a cada talhão ou gride de sua fazenda. Isso é conseguido, pois a tecnologia SMARTBIO permite que mais de um bilhão de dados sejam armazenados, processados e analisados em quadrilhões de combinações possíveis para a tomada de decisão em tempo real, através modelos de previsão e plataformas de tomada de decisão, como tecnologias de sistema de informação geográfica (GIS), lógica fuzzy, redes neurais, data mining geoespacial e temporal e bioestatística que são realizados por computação em nuvem, conectividade (web) e mobilidade (mobile). Essa tecnologia já é utilizada com sucesso em mais de 1,5 milhões de hectares de cana-de-açúcar e agora poderá contribuir para maior eficiência no controle de doenças e pragas na cultura da soja. Para que isso seja possível, como resultado do treinamento FAPESP PIPE-High-Tech Entrepreneurial Training Program, a SMARTBIO propõe o presente projeto ao Edital PIPE/PAPPE FASE 3 para o "Desenvolvimento Técnico e Comercial de Aplicativo Web Mobile para Aumentar a Eficiência do Manejo Integrado de Doenças e Pragas da Soja Através de Computação em Nuvem e Mineração de Agro Big Data". Para tanto, será feita a integração de dados históricos e em tempo real e configuração, validação e adaptação do aplicativo às normas científicas e legais e às condições tecnológicas e operacionais de produtores em quatro Unidades Piloto e Demonstrativas de 30.000 mil hectares distribuídas nos principais estados produtores de soja. Entrevistas com os produtores também definirão as táticas de precificação e modelos de comercialização. Por fim, através do planejamento e execução de um Plano de Marketing, serão realizadas atividades desde o desenvolvimento das estratégias até a divulgação do produto final em eventos, workshops, mídias impressas, eletrônicas e redes sociais), para que a tecnologia possa ser inserida no mercado de forma agressiva, impactante e com sucesso. Se, os produtores deixarem de perder e/ou economizarem pelo menos R$ 200 por hectare, o potencial de ganho para os 32 milhões de hectares cultivados com soja no Brasil chega a um valor de R$ 6,4 bilhões a cada ano. Além do ganho econômico, o APLICATIVO SMARTBIO IPM SOJA promoverá a redução de impactos ambientais por proporcionar o uso correto de defensivos químicos e estimular a adoção ao controle biológico, promovendo a agricultura digital sustentável. (AU)

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