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Efeitos do avanço da fronteira agrícola sobre a biodiversidade: o estudo da perda de espécies de pequenos mamíferos não voadores a partir da modelagem da perda e habitat.

Processo: 17/20011-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2018 - 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Silvana Amaral Kampel
Beneficiário:Silvana Amaral Kampel
Instituição-sede: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Brasil). São José dos Campos , SP, Brasil
Pesq. associados: Tainá Oliveira Assis
Assunto(s):Destruição de habitat  Paisagem  Fronteira agrícola  Agentes 

Resumo

A população mundial vem crescendo ao longo do tempo e, em função deste fato, é necessário o aumento na produção de alimentos. Para que esta demanda seja atendida é necessário um aumento da produção agrícola que ocorre, muitas vezes, em expansão de sua fronteira sobre áreas de florestas nativas. Este fato ocasiona, entre outros aspetos, a perda de hábitat, a fragmentação e, como consequência, perda de biodiversidade. Contudo, não há uma estimativa de quanto se perde neste processo e como sua continuidade afetaria a biodiversidade remanescente. Tendo em vista o exposto, este projeto visa entender como ocorre a modificação da comunidade de pequenos mamíferos não voadores ao longo do tempo em função da transformação da paisagem provocada pelo avanço da fronteira agrícola e de suas particularidades, utilizando para isto a modelagem computacional. Para responder essa questão, o projeto se embasará no levantamento de dados biológicos e espaciais, de modo a representar na modelagem baseada em agente, como ocorre esta dinâmica entre comunidade e ambiente. Neste contexto, o projeto propõe na metodologia abordar o comportamento da fauna de pequenos mamíferos não voadores e sua percepção sobre o hábitat de modo que o processo de modelagem ocorra em maior conformidade com o que se sabe sobre a biologia das espécies. Paralelo a isto, propõe também o levantamento da série histórica das mudanças de uso e cobertura para entender o processo de transformação de hábitat e para a construção do modelo. (AU)