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Comportamento alimentar e dessensibilização do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal em modelo de tolerância a endotoxina

Processo: 05/53441-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2005
Vigência (Término): 30 de abril de 2007
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Lucila Leico Kagohara Elias
Beneficiário:Beatriz de Carvalho Borges Del Grande
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:03/09857-0 - Mecanismos neuroendócrinos da regulação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal em modelos clínicos e experimentais de resistência aos glicocorticóides e sepse, AP.PRNX.TEM
Assunto(s):Endotoxemia   Ingestão de alimentos   Dessensibilização

Resumo

A resposta de fase aguda, que ocorre frente a um processo infeccioso, envolve alterações como ativação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HHA) e mudanças comportamentais como a redução da ingestão alimentar. O comportamento alimentar é regulado por um sistema complexo que envolve várias regiões do cérebro, desde o córtex ao tronco cerebral, com destaque para o hipotálamo, onde ocorre a integração de sinais do "status" energético e ingestão calórica, que desencadeia respostas neuroedócrinas como secreção de peptídeos orexígenos ou anorexígenos. No núcleo arqueado são encontrados os neurônios que expressam a proopiomelanocortina (POMC) e o transcrito regulado pela cocaína e anfetamina (CART), neuropeptídeos envolvidos com a inibição da ingestão alimentar. A administração periférica de lipopolissacarídeo (LPS), endotoxina da parede celular de bactérias gram-negativas, ativa o eixo HHA. Porém, sabe-se que a exposição repetitiva ao LPS resulta em um estado de tolerância com redução da resposta de ACTH e corticosterona. No presente estudo avaliaremos a interação entre a tolerância à endotoxina na ativação do eixo HHA e o comportamento alimentar, utilizando a administração de doses repetitivas de lipopolissacarídeo (LPS), no rato. Assim, avaliaremos a ingestão alimentar e as concentrações plasmáticas de corticosterona, ACTH e leptina ao estimulo com dose única e repetitiva de LPS. Adicionalmente, avaliaremos a expressão hipotalâmica de c-fos e sua co-localização com a-MSH e CRH por meio de imunohistoquímica e a expressão de RNA mensageiro de CART por meio de hibridização in situ. (AU)