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A estética do fragmentário e a crise da representação: do primeiro romantismo alemão a modernidade e ao pós-estruturalismo

Processo: 05/54372-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2006
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2008
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Letras - Teoria Literária
Pesquisador responsável:Wilma Patricia Marzari Dinardo Maas
Beneficiário:Márcio Scheel
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Modernidade   Criação artística   Estética (arte)

Resumo

O projeto que ora se apresenta procura localizar - histórica, crítica e teoricamente - algumas linhas de força do pensamento filosófico, estético, e artístico desenvolvidas a partir do Primeiro Romantismo Alemão e que foram, ao longo dos séculos, rejeitadas, negadas, revistas ou reconfiguradas, dando origem a questões centrais no interior dos discursos críticos e teóricos da modernidade e do pós-estruturalismo. Partindo das relações estabelecidas por Novalis e Schlegel - principais representantes do Primeiro Romantismo Alemão - entre teoria, pensamento filosófico e poética, bem como da elaboração consciente de uma estética do fragmento, buscaremos compreender como a ideia do fragmentário engendra, na modernidade e no pós-estruturalismo, uma problemática da crise: das possibilidades de representação do real, de criação artística, de alcance e fixação da verdade, do discurso como instância ou como meio através do qual o mundo, o real e os indivíduos são compreendidos, tomados, discutidos e representados. Busca-se entender a crise da representação e a forma como esta vincula-se, no plano da criação artística, a outras noções igualmente importantes discutidas ao longo do século passado: o estilhaçamento e a crise da noção do sujeito, a legitimidade dos discursos, a busca incessante pela originalidade radical como única forma de surgimento e manifestação do novo no domínio estético, a ruptura e o choque entre um certo relativismo do qual se acusa a contemporaneidade em relação a uma alta tradição. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
SCHEEL, Márcio. A literatura aos pedaços : a fragmentação e a problemática da representação do primeiro romantismo alemão à modernidade e ao pós-modernismo. 2009. 393 f. Tese de Doutorado - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Faculdade de Ciencias e Letras (Campus de Araraquara). Araraquara.

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