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Investigação da dessensibilização e internalização de adrenoceptores alfa-1a nativos e recombinantes

Processo: 05/57569-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2006
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2008
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:André Sampaio Pupo
Beneficiário:Juliana Akinaga
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Taquifilaxia   Imidazolinas   Internalização

Resumo

Importantes ações da noradrenalina e adrenalina resultam da ativação de receptores adrenérgicos alfa-1 (a1-ARs). Tem surgido grande interesse no desenvolvimento de agonistas seletivos de a1-ARs pois essas drogas seriam úteis no tratamento da incontinência urinaria e da enxaqueca, além de seus usos habituais como descongestionantes, midriaticos e potentes vasoconstritores. Os agonistas seletivos de a1-ARs podem ser classificados de acordo com suas características químicas em dois principais grupos: os derivados feniletilamínicos e os imidazolínicos. Verificamos recentemente que algumas imidazolinas agonistas de a1-ARs como a oximetazolina e a nafazolina promovem dessensibilização dos a1 A-ARs do dueto deferente de rato enquanto que algumas feniletilaminas mais eficazes como a fenilefrina não são capazes de dessensibilizar esses receptores. É intrigante o fato de que drogas pouco eficazes como as imidazolinas dessensibilizam os a 1 A-ARs enquanto que feniletilaminas mais eficazes não promovem essa dessensibilização. A dessensibilização de GPCRs resulta da fosforilação de aminoácidos específicos de domínios intracelulares do receptor seguida de sua internalização, reduzindo agudamente o número de receptores na membrana. O presente projeto propõe investigar os mecanismos que suportam a dessensibilização diferenciada dos a1 A-ARs por feniletilaminas e imidazolinas. Tais estudos são importantes pois podem revelar diferenças significativas nas ações de drogas que ativam um mesmo sistema receptor. (AU)