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Determinação do papel da proteína kinase c diferenciação e proliferação de células tronco embrionárias

Processo: 05/57256-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Apoio a Jovens Pesquisadores
Vigência (Início): 01 de novembro de 2005
Vigência (Término): 14 de fevereiro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Deborah Schechtman
Beneficiário:Deborah Schechtman
Instituição-sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:05/54188-4 - Determinação do papel da proteína quinase C na diferenciação e proliferação, AP.JP
Assunto(s):Transdução de sinais   Miócitos cardíacos

Resumo

Perda de cardiomiócitos decorrente de lesões na maior parte das vezes é irreparável. Uma alternativa para o reparo do tecido cardíaco é à reposição celular por meio do uso de células tronco embrionárias (CTE). CTE proliferam indefinidamente, e se diferenciam em vários tipos celulares, porem não são claras as vias específicas de sinalização que levam à proliferação e diferenciação das CTE. O conhecimento dessas vias contribuirá para a terapêutica de diversas doenças cardíacas. As proteínas kinases C (PKCs) são enzimas de sinalização envolvidas na proliferação e diferenciação das CTE. Porem, o papel exato das PKCs nesses processos ainda não está claro. Neste projeto temos como objetivo identificar, a) as isoenzimas específicas da PKC que estão envolvidas na proliferação; e diferenciação das CTE para cardiomiócitos b) proteínas e substratos que se ligam especificamente as PKCs. Utilizaremos métodos de proteômica, bem como moduladores específicos para as diferentes isoenzimas de PKC desenvolvidos no laboratório da Profa. Daria Mochly-Rosen, da Universidade de Stanford, onde realizei os meus estudos de pós-doutorado. (1999-2005) adquirindo qualificações para estudar a modulação de vias especificas de sinalização. A nossa hipótese é que através do uso de peptídeos ativadores e inibidores específicos para as PKCs poderemos dissecar vias de sinalização e mecanismos que levam à proliferação, e diferenciação das CTE para cardiomiócitos. (AU)