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Participação da via descendente inibitória na modulação da hipernocicepção persistente em ratos

Processo: 05/57835-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2006
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2008
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Adriana Pelegrini da Silva
Beneficiário:Priscila Tiemi Kawashita
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:04/12356-5 - Participação do fator de crescimento neuronal (NGF) e seus possíveis mecanismos de ação na instalação da hiperalgesia orofacial, AP.JP
Assunto(s):Hiperalgesia   Núcleo accumbens

Resumo

Há evidências de que a participação de núcleos supra-espinhais na modulação da dor se diferencia frente a estímulos nociceptivos agudos ou persistentes. A SCP está entre os principais núcleos participantes do sistema inibitório da dor mas, algumas vezes parece também ter influência facilitatória. Isto pode representar a ocorrência de modificações plásticas nos núcleos à medida que a nocicepção se prolonga, mas pode também apontar o envolvimento de outros núcleos. Os do sistema mesolimbico, em especial o N. Accumbens, podem participar da modulação da dor persistente, já que alterações emocionais são mais significativas na dor tônica. O N. Accumbens está relacionado ao controle nociceptivo descendente e hetero-segmentar. Este controle hetero-segmentar tem-se mostrado importante à medida que aponta para vias alternativas de controle da dor orofacial.O modelo de dor persistente de Ferreira et al, 1990, produz hiperalgesia que perdura vários dias, indicando o desenvolvimento de uma memória neuronal. Assim, o estudo da modulação central poderá mostrar mais fielmente como ocorre a participação de núcleos supra-espinhais no controle da dor crônica. Partindo destas premissas, o objetivo deste trabalho é: 1-Caracterizar a participação da SCP e do N. Accumbens na modulação da hiperalgesia persistente; 2- Verificar se estes núcleos são capazes de restabelecer a hiperalgesia persistente bloqueada pela ação de diclofenaco ou morfina; 3- Verificar se a SCP e/ou N. Accumbens participam na instalação da hiperalgesia persistente. (AU)