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Efeito do microambiente tumoral sobre as características funcionais e fenotípicas de células dendríticas geradas in vitro a partir de monócitos de sangue periférico de voluntários saudáveis e de..

Processo: 05/60235-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2006
Vigência (Término): 09 de fevereiro de 2007
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Jose Alexandre Marzagão Barbuto
Beneficiário:Ana Paula Silva de Azevedo dos Santos
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:04/09956-0 - Modulação funcional de células dentríticas em diferentes situações fisiopatológicas, AP.TEM
Assunto(s):Microambiente tumoral   Lactatos   Células dendríticas   Neoplasias mamárias   Estrógenos

Resumo

Células dendriticas (DCs) são as principais células apresentadoras de antígenos e as únicas capazes de dar início a uma resposta imune primária. Portanto, elas são alvo de inúmeras alterações funcionais em pacientes com câncer. Algumas destas dependem de fatores específicos para um tumor, outras de fatores presentes em alguns tipos de câncer e outras dependem de fatores presentes na maioria dos tumores. Em câncer de mama, o metabolismo local dos estrógenos e o uso terapêutico de seus antagonistas representam fatores comuns à boa parte dos pacientes, enquanto o pH ácido e a alta concentração de lactato no tecido são características presentes e comuns à maioria dos tumores. Embora o efeito de cada um destes fatores sobre as DCs já tenha sido estudado, a interação entre eles ainda não o foi. Assim, o presente trabalho pretende avaliar a combinação de efeitos dos estrógenos (estradiol e estrona), seus inibidores (tamoxifeno e raloxifeno) e do pH ácido causado pela alta concentração de lactato no meio, sobre as DCs, tanto de indivíduos sadios quanto de pacientes portadores de carcinoma de mama ductal invasivo. O estudo incluirá a avaliação do fenótipo da membrana das DCs, sua capacidade de produção de citosinas e sua função imunoestimuladoras para linfócitos T (indução de proliferação e produção de citosinas), e, nas pacientes portadoras de tumor, a expressão de receptores de estrógenos e progesterona e da enzima 17-beta-hidroxiesteróide-desidrogenase, bem como o fenótipo das DCs infiltrantes dos tumores. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)

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