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A colonização de uma área por espécies de abelhas sem ferrão: um estudo de caso: a ocupação do campus da UFSCar (São Carlos, SP) por Partamona helleri (Friese, 1900) (Hymenoptera: Apidae: Merliponini)

Processo: 05/60893-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2006
Vigência (Término): 30 de junho de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Teórica
Pesquisador responsável:Marco Antonio Del Lama
Beneficiário:Kátia Maria Ferreira
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Polinização   Dispersão de sementes   Abelhas-sem-ferrão   Colônias de animais   Partamona helleri

Resumo

Cerca de 90% das espécies conhecidas de Angiospermas dependem da polinização por animais. As abelhas compõem o grupo mais importante de polinizadores devido ao fato de que todas suas espécies são visitantes obrigatórios das flores. Nas últimas décadas, tem sido descrita uma diminuição dos polinizadores como resultado da ruptura dos sistemas de polinização associada a atividades humanas. O interesse mundial em utilizar os serviços de polinização pelas abelhas esbarra nas limitações para a concretização desta iniciativa. Dentre os desafios a serem vencidos incluem-se o conhecimento da biologia reprodutiva, da estrutura populacional das espécies e dos fatores que tornam bem sucedida a colonização de certa área por uma espécie de abelha. Este trabalho deseja testar a hipótese de que certa área pode ser colonizada por um número reduzido de fêmeas fundadoras de uma espécie de abelha. Esta hipótese será averiguada a partir dos ninhos de Partamona helleri existentes no Campus da UFSCar, em São Carlos, SP, os quais serão analisados para que se possa: I) estimar o número de fêmeas (colônias) que originaram a população residente nesta área. As fêmeas fundadoras serão conhecidas pelos haplótipos mitocondriais observados, considerando-se a herança materna deste tipo de marcador; e II) quantificar a efetiva contribuição dos machos para a redução da endogamia e conseqüente produção de machos diplóides. Se confirmada, a hipótese terá reflexos na criação racional das espécies de abelhas sem ferrão. (AU)

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