| Processo: | 06/53355-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Ana Paula Ulian de Araujo |
| Beneficiário: | Julio Cesar Pissuti Damalio |
| Instituição Sede: | Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 98/14138-2 - Center for structural molecular biotechnology., AP.CEPID |
| Assunto(s): | Doenças neurodegenerativas Doença de Alzheimer Doença de Parkinson Septinas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cancer | Citocinese | Complexos Hetero Oligomeros | Doencas Neurodegenerativas | Gtpase | Septinas |
Resumo As septinas fazem parte de uma família de proteínas de ligação ao nucleotídeo guanina. Essas proteínas têm sido encontradas em nematóides, moscas, fungos e animais, mas não em protozoários e plantas. Em humanos foram descritas, até agora, 13 diferentes septinas. As septinas têm mostrado ter um papel importante na citocinese e outros processos celulares. Todos os membros da família de septinas são compostos por três domínios: um N-terminal variável, um domínio central GTPase, e uma região C-terminal que inclui geralmente seqüências características de coiled-coil. As septinas se polimerizarem para formar complexos hetero-oligômeros e, atividades de ligação e de hidrolise do GTP têm sido demonstradas in vitro a partir de septinas recombinantes. Algumas septinas humanas, como é o caso da SEPT2, também estão envolvidas em algumas variedades de câncer e com doenças neurodegenerativas, como mal de Alzheimer e Parkinson. Em nosso grupo, o projeto das septinas tomou-se um dos focos centrais do CBME/CEPID, em que atualmente todas as 13 septinas humanas estão sendo estudadas estrutural e funcionalmente. Como principal proposta deste projeto, pretende-se a caracterização estrutural e bioquímica da septina humana SEPT2, o que nos ajudaria a compreender melhor a sua forma de ação nessas doenças neurodegenerativas, assim como em outras patologias relacionadas. Já obtivemos alguns resultados satisfatórios, o que possibilita a realização do projeto, de acordo com seus objetivos iniciais. (AU) | |
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