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Florística e estrutura da comunidade arbórea da Floresta Ombrófila Densa Submontana do Núcleo Picinguaga - PESM, Ubatuba, SP

Processo: 06/52519-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2006
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2008
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Carlos Alfredo Joly
Beneficiário:Mariana Cruz Rodrigues de Campos
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:03/12595-7 - Composição florística, estrutura e funcionamento da Floresta Ombrófila Densa dos Núcleos Picinguaba e Santa Virgínia do Parque Estadual da Serra do Mar, estado de São Paulo, Brasil, AP.BTA.TEM
Assunto(s):Florística   Mata Atlântica   Ubatuba (SP)   Floresta ombrófila densa   Fitossociologia

Resumo

A Floresta Ombrófila Densa Atlântica é considerada um hotspot de biodiversidade. Juntamente com a Floresta Ombrófila Mista, a Floresta Estacional Semidecidual e os ecossistemas associados compõem a Mata Atlântica, que devido à intensa exploração, tem hoje apenas 7% de sua cobertura original. Em 1977, visando preservar uma área contínua de vegetação nativa, foi criado o Parque Estadual da Serra do Mar/PESM, com cerca de 315 mil hectares. Sabe-se que clima, biogeografia, topografia e altitude são alguns dos fatores que afetam a composição florística e estrutura nessas florestas, mas a complexidade dos aspectos físicos e biológicos ao longo da costa atlântica dificultaram as pesquisas, o que até hoje limita nosso conhecimento. Este estudo tem o objetivo de contribuir para o conhecimento da composição florística e a estrutura de um trecho de Floresta Ombrófila Densa Submontana, do Núcleo Picinguaba (Ubatuba, SP). Considerando que este trabalho está vinculado ao Projeto Temático Biota Gradiente Funcional, em um plano mais amplo, visa também avaliar a similaridade entre diferentes fisionomias da Floresta Ombrófila Densa Atlântica, ao longo de um gradiente altitudinal. O trabalho será realizado em uma parcela de um hectare, dividida em 100 subparcelas de 10x10m. Serão incluídos neste estudo todos os indivíduos arbóreos que apresentarem perímetro à altura do peito/PAP ≥ 15cm. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
CAMPOS, Mariana Cruz Rodrigues de. Relação da composição e estrutura do componente arbóreo com variáveis microtopográficas e edáficas da Floresta Ombrófila Densa do Núcleo Picinguaba/PESM, Ubatuba/SP. 2008. 51 f. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Instituto de Biologia Campinas.

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