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Efeitos da administração pré-natal de LPS nos sistemas dopaminérgico e serotoninérgico centrais da prole masculina de ratos

Processo: 06/54587-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2006
Vigência (Término): 30 de junho de 2008
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Maria Martha Bernardi
Beneficiário:Thiago Berti Kirsten
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:04/14128-0 - Neuroimunomodulação: efeitos do estresse e de citocinas nas relações bidirecionais entre os sistemas nervosos central e imune, AP.TEM
Assunto(s):Transtornos mentais   Dopamina   Serotonina

Resumo

O Comportamento Doentio se caracteriza por sintomatologia inespecífica como apatia, sonolência, hipofagia e diminuição dos contatos sociais tem sido alvo de intensa pesquisa, sendo um aspecto muito importante da neuroimunomodulação, ou seja, das inter-relações entre o sistema imune e o sistema nervoso. Neste sentido, vários trabalhos da literatura relacionam uma maior incidência de transtornos mentais à doença materna em diferentes períodos da gestação. No presente trabalho, ratas prenhes receberão o LPS no inicio do período de maturação destes sistemas e o desenvolvimento físico, comportamental de sua prole será analisado. Na puberdade serão avaliadas sua interação social (comportamento de brincar) e atividade exploratória (atividade geral em campo aberto) na tentativa de prever possíveis alterações em padrões motores e comportamentais ligados aos sistemas serotoninérgicos e dopaminérgicos. Aos 35 dias de idade os níveis de seronina e dopamina no hipocampo, esfriado, cerebelo e córtex frontal serão medidos por cromatografia de fase líquida. Além disto, será feita análise das possíveis alterações anatômicas do sistema nervoso central da prole das ratas. Finalmente, na idade adulta serão estudados comportamento ligados aos dois sistemas de neurotransmissão. Desta forma, pretende-se investigar se a doença materna pré-natal é capaz de alterar padrões físicos, comportamentais e bioquímicos e dar subsídios para relacionar doença materna e transtornos mentais. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:
Estudo cria modelo animal de autismo