Busca avançada
Ano de início
Entree

Impacto de elevadas concentrações de CO2 sobre a fisiologia e crescimento incial de Croton urucurana Baill e Cariniana legalis (Mart.) Kuntze, numa simulação climática futura

Processo: 06/54286-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2006
Vigência (Término): 31 de agosto de 2008
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Fisiologia Vegetal
Pesquisador responsável:Carlos Alberto Martinez y Huaman
Beneficiário:Eduardo Augusto Dias de Oliveira
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Árvores florestais   Fotossíntese   Sequestro de carbono   Atmosfera enriquecida em CO2   Mudança climática

Resumo

Mudanças climáticas globais, causadas pelo aumento da concentração atmosférica de gases, em particular o CO2, é um assunto atual e de grande relevância no mundo inteiro. A recente entrada em vigência do Protocolo de Kioto abre novas oportunidades de projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo que enfoquem o sequestro de carbono pelas florestas. Dado que as plantas absorvem o CO2 através da fotossíntese, este processo constitui-se num importante mecanismo para reduzir o efeito estufa adicional. Por tanto, as florestas exercem um impacto positivo significativo sobre o balanço global de carbono ao agirem como sumidouros para o CO2. No entanto, quaisquer predições são difíceis porque os efeitos de elevados níveis de CO2 sobre as espécies arbóreas tropicais, ainda não estão bem entendidos e modelados. Esta proposta tem como objetivo determinar os efeitos de três concentrações de CO2 (370, 555 e 740 umol mol-1) sobre as trocas gasosas, fluorescência da clorofila e o crescimento inicial de duas espécies arbóreas jovens de mata mesófila semidecídua nativas do Brasil, sendo uma espécie pioneira Croton urucurana Baill (Sangra d'água): e uma espécie não pioneira Cariniana legalis (Mart.) Kuntze (Jequitibá Rosa), crescidas em câmaras de topo aberto e cultivadas em solo de floresta sem e com correção nutricional. As informações geradas nesta pesquisa contribuirão para a caracterização da capacidade potencial destas espécies florestais brasileiras como sequestradoras de carbono para fins de reflorestamento. (AU)