| Processo: | 06/54079-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2008 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia |
| Pesquisador responsável: | Gabriela Silva Bisson |
| Beneficiário: | Claudia Danella Polli |
| Instituição Sede: | Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Galectina 3 Inflamação Matriz extracelular Movimento celular Monócitos Migração e rolagem de leucócitos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Galectina-3 | Inflamacao | Matriz Extracelular | Migracao | Monocitos |
Resumo A migração direcionada de leucócitos é um evento fundamental para que ocorra a resposta inflamatória e galectina-3 apresenta um importante papel nesse processo, como demonstrado pela diminuição no recrutamento de leucócitos inflamatórios em camundongos geneticamente deficientes de galectina-3, submetidos à modelo experimental de peritonite. A participação da galectina-3 na inflamação tem sido atribuída a características dessa molécula como a capacidade de ativar células, de modular a adesão celular e atividade anti-apoptótica. Estudos demonstraram que galectina-3 é capaz de promover a adesão de neutrófilos à laminina, glicoproteína que tem um papel importante na transmigração de neutrófilos através da membrana basal. Demonstrou-se também que galectina-3 apresenta potente atividade quimioatraente sobre monócitos, não se conhecendo completamente os mecanismos envolvidos neste processo. O presente trabalho tem como objetivos identificar o(s) ligante(s) de galectina-3 expresso(s) na superfície de monócitos e estudar os eventos de ativação celular decorrentes de tal interação, bem como os mecanismos envolvidos na migração de monócitos induzida por galectina-3, incluindo a participação de glicoproteínas da matriz extracelular. Os conhecimentos gerados poderão contribuir para a melhor compreensão do processo de migração de células inflamatórias, fundamental para o delineamento de novas abordagens terapêuticas que se contraponham aos efeitos deletéreos de processos inflamatórios patológicos. (AU) | |
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