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Determinação da atividade farmacológica da tacrina sobre receptores nicotínicos neuronais de acetilcolina e receptores purinérgicos P2X2

Processo: 06/52565-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2006
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2008
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Celular
Pesquisador responsável:Alexander Henning Ulrich
Beneficiário:Arquimedes Cheffer
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:01/08827-4 - Modulação artificial da diferenciação neuronal e função de receptores por oligonucleotídeos sintéticos atuantes aos níveis gênico e protéico, AP.JP
Assunto(s):Degeneração neural   Doença de Alzheimer   Tacrina

Resumo

A doença de Alzheimer (DA) é a doença neurodegenerativa mais comum, sendo caracterizada pelo acúmulo do peptídeo neurotóxico beta-amilóide (Ab) e por intensa perda de neurônios colinérgicos e receptores nicotínicos de acetilcolina (nAChRs) em todo o cérebro, sobretudo no córtex e hipocampo. Acredita-se que a inibição direta dos nAChRs pelo Ab contribua para a neurodegeneração e progressão da DA. A tacrina, composto utilizado no tratamento de pessoas que sofrem de DA, aumenta a atividade colinérgica central ao inibir a enzima acetilcolinesterase (AChE), responsável pela hidrólise da acetilcolina em acetato e colina. No entanto, trabalhos recentes têm demonstrado que essa substância também atua diretamente sobre os nAChRs; em alguns casos, estimulando-os; em outros, inibindo-os. O aumento da neurotransmissão purinérgica pela tacrina também foi documentado. Isso sugere que sua atividade terapêutica não pode ser única e exclusivamente atribuída ao seu efeito anticolinesterásico, isto é, inibidor da AChE. Através de um modelo matemático para cínética de receptores de neurotransmissores (Breitinger, H.G.; Geetha, N. e Hess, G.P. Biochemistry. 2001, 40, 8419-8429.), o projeto se propõe, portanto, a entender e determinar a atividade farmacológica da tacrina sobre os receptores nicotínicos, neuronais de acetilcolina e receptores purinérgicos P2X2 e relacioná-la com sua eficácia clínica no tratamento da DA. (AU)

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