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Biodegradacao de polietileno tereftalato (pet) por fungos ligninoliticos.

Processo: 06/01813-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2006
Vigência (Término): 31 de agosto de 2008
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Pesquisador responsável:Lucia Regina Durrant
Beneficiário:Kethlen Rose Inácio da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Resíduos agroindustriais   Biotecnologia ambiental   Biorremediação

Resumo

As necessidades alimentares da vida moderna, somadas ao crescimento populacional em todo o mundo, proporcionaram o aparecimento de alternativas mais econômicas de embalagens, que apresentassem também menor peso e facilitassem o transporte doméstico e internacional. Em 1977, o polietileno tereftalato (PET) começou a ser utilizado como material de embalagem e plástico de engenharia, produto derivado do petróleo. Porém, sob o ponto de vista ambiental, o uso de plástico é considerado problemático pela sua alta durabilidade e grande volume na composição total do lixo. Os fungos de podridão branca, ou seja, os degradadores de lignina, têm obtido crescente êxito em pesquisas relacionadas a biodegradação de poluentes, pois estes são capazes de transformar e mineralizar contaminantes ambientais. Neste trabalho será estudado a degradabilidade de polímeros sintéticos por ação de fungos basidiomicetos cultivados em resíduos agroindustriais. Quatro linhagens fúngicas serão cultivadas em resíduos agroindustriais juntamente com os pellets ou quadrados de PET na forma semi-sólida e serão incubados, em estufa a 30ºC, durante 30, 60, 90, 120 e 180 dias. Após incubação, será adicionado 10 mL de água destilada esterilizada nas amostras e as mesmas serão homogeneizadas em shaker por cerca de 15 minutos. O material obtido será filtrado em lã de vidro e serão determinadas a atividade enzimática e a produção de biosurfactantes, a perda de massa, as mudanças na distribuição do peso molecular (Cromatografia de Permeação em Gel - GPC) e a morfologia do polímero em estudo (Microscopia Eletrônica de Varredura).

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