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Pioneiros modernos: verticalização residencial em Higienópolis

Processo: 06/59078-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2006
Vigência (Término): 30 de novembro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Candido Malta Campos Neto
Beneficiário:Élida Regina de Moraes Zuffo
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). Instituto Presbiteriano Mackenzie. São Paulo , SP, Brasil

Resumo

Esta pesquisa deverá enfocar a repercussão da produção residencial vertical modernista em São Paulo nas décadas de 1940, 1950 e 1960, por meio de sua divulgação em revistas, em periódicos e na imprensa não-especializada a fim de estudar o papel da arquitetura moderna na adoção dos edifícios de apartamentos como tipologia residencial corrente em São Paulo, em meados do século XX. Sob o ponto de vista cultural, pretende-se discutir transformações no modo de habitar paulistano naquele momento do século XX, verificando em que medida a disseminação da habitação em apartamentos em São Paulo, como tipologia e solução habitacional, estavam associada à divulgação dos princípios arquitetônicos modernistas. Parte-se da hipótese de que, em São Paulo, entre as décadas de 1940 e 1960, propostas arquitetônicas derivadas do ideário modernista foram divulgadas para o público em geral, no sentido de ajudar a afirmar as tipologias verticais como opções de moradia, e disseminar os novos modos de vida urbana relacionados à habitação vertical. A escolha do tema deve-se ao fato da constatação da necessidade de um estudo mais aprofundado sobre as transformações do modo de habitar a cidade de São Paulo, cujos fatores estão relacionados com questões sociais, tecnológicas, econômicas, culturais e, principalmente, com a metropolização da cidade. (AU)