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A política da escravidão no Império do Brasil, 1826-1871

Processo: 06/58202-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2007
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História do Brasil
Pesquisador responsável:Rafael de Bivar Marquese
Beneficiário:Tâmis Peixoto Parron
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:03/00422-0 - A fundação do estado e da nação brasileiros (c.1780 - c.1850), AP.TEM
Assunto(s):Escravidão   Ideologia política   Política e governo

Resumo

Esta pesquisa tem por objeto de estudo a defesa da escravidão realizada no Parlamento imperial brasileiro desde o funcionamento regular do sistema representativo no Brasil (1826) até a aprovação da lei do Ventre Livre (1871). A pesquisa objetiva acompanhar as relações entre enunciação parlamentar, prática política e articulação social em um período marcado por questões fundamentais relacionadas ao cativeiro - a convenção antitráfico entre Brasil e Inglaterra (1826), a proibição nacional do tráfico (1831), o fim efetivo do contrabando (1850) e a emancipação do ventre escravo (1871). Até o momento, a pesquisa de graduação (Iniciação Científica) avaliou o impacto que tais questões tiveram na política imperial e, em sentido contrário, os efeitos que a política imperial teve sobre a dinâmica do tráfico negreiro transatlântico. Agora, pretende-se avançar no recorte cronológico e verificar as relações entre escravidão e política parlamentar no período sub-seqüente à supressão do contrabando (1851-1871). (AU)

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