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Ligas fe-6,5%si obtidas por co-injeção de partículas de silício na conformação por spray

Processo: 06/59360-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2007
Vigência (Término): 30 de setembro de 2008
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Metalurgia de Transformação
Pesquisador responsável:Claudemiro Bolfarini
Beneficiário:Régis Daniel Cava
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Conformação por spray   Tratamento térmico   Laminação

Resumo

Fatores como maior eficiência energética, diminuição de ruídos e miniaturização de equipamentos elétricos, norteiam os estudos de novos materiais magnéticos para substituição das ligas Fe-3,0%Si (% em massa), atualmente utilizadas em motores, núcleos de transformadores e geradores elétricos. Aços com teores de cerca de 6,5%Si amenizam as perdas por correntes parasíticas e histerese, devido a sua grande resistividade em comparação aos materiais atuais, grande redução nas perdas por correntes parasíticas em altas freqüências além do ruído dos transformadores, que decresce devido à magnetostricção ser quase nula. O maior problema encontrado na liga Fe-6,5%Si é sua baixa ductilidade, atribuída à formação das fases ordenadas B2 e D03, que dificultam a fabricação de chapas finas através de métodos convencionais de fundição e laminação. Este trabalho vem, portanto, propor uma nova abordagem do problema, inédita a nível mundial: obter a liga Fe-6,5%Si como se fosse uma liga compósita Fe-3,5%Si + 3%Si particulado. Esta idéia contempla a junção da laminação convencional e conformação por spray através da co-injeção de partículas de silício durante a atomização da liga Fe-3,5%Si, o que pode permitir a laminação do depósito obtido em chapas finas e o corte das mesmas em diversos formatos, devido à ductilidade da matriz Fe-3,5%Si. A realização de tratamentos térmicos posteriores nestas chapas, levaria à difusão interna do silício particulado resultando, no final do processo, em um material com cerca de 6,5% de Si distribuído homogeneamente em produtos com espessura e formatos adequados, tornando o material viável comercialmente. (AU)