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Papel das gelatinases (mmp-2 e mmp9)na regulacao transcricional dos inibidores de metaloproteinases de matriz (timps e reck) em modelo de carcinoma mamario humano.

Processo: 06/58568-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2007
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2008
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Mari Cleide Sogayar
Beneficiário:Luciana Rodrigues Gomes
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:01/10707-7 - Bases moleculares do controle da proliferação celular e origem de neoplasias na era de genômica e proteômica, AP.TEM
Assunto(s):Metástase   Metaloproteinases da matriz   Neoplasias mamárias

Resumo

O câncer de mama apresenta-se como um dos maiores problemas de saúde pública mundial, por ser o tipo de câncer mais comumente detectado em mulheres de todo o mundo. Na maioria das pacientes, a causa de morte se deve, principalmente, à doença metastática que pode se desenvolver a partir do tumor primário. Os reguladores essenciais da metástase são as metaloproteinases de matriz (MMPs) e seus inibidores, os inibidores teciduais (TIMPs) e o inibidor associado à membrana (RECK). Este projeto tem como objetivo o estudo da regulação transcricional dos inibidores de metaloproteinases de matriz (TIMPs e RECK), mediada por gelatinases (MMP-2 e MMP-9), como um mecanismo de feedback negativo para restabelecimento do balanço proteinases/inibidor e da homeostase da proteólise da MEC. Para tanto, gelatinases serão superexpressas e/ou inibidas em linhagens celulares de câncer de mama humano, e os níveis de mRNA e proteína de seus inibidores específicos serão posteriormente detectados, para avaliação da modulação da expressão destes frente a maiores ou menores níveis de expressão e atividade proteolítica destas MMPs. Este estudo deverá contribuir para o esclarecimento dos mecanismos moleculares que coordenam o processo metastático, parâmetro mais critico para determinação da sobrevida do paciente com câncer de mama, proporcionando o melhor entendimento das interações estabelecidas entre reguladores essenciais da proteólise da MEC, e permitindo o desenvolvimento de terapias mais direcionadas e eficientes. (AU)