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A trajetoria de vida dos assentados de primavera e belo monte.

Processo: 06/59120-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2007
Vigência (Término): 31 de agosto de 2008
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Serviço Social - Serviço Social Aplicado
Pesquisador responsável:Raquel Santos Sant Ana
Beneficiário:Lívia Hernandes Carvalho
Instituição-sede: Faculdade de História, Direito e Serviço Social. Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Franca. Franca , SP, Brasil
Assunto(s):Reforma agrária   Questão agrária   Assentamento rural

Resumo

Esta pesquisa tem como objeto de trabalho os assentamentos rurais, mais especificamente o Primavera e o Belo Monte, situados na região de Andradina-SP. O objetivo é analisar a trajetória de vida dos assentados, de maneira a verificar suas estratégias de permanência na terra. O assentamento Primavera é o mais antigo do Brasil e o Belo Monte é um dos mais novos, sendo habitado em grande parte por filhos de assentados de Primavera. Serão investigados: a) as razões que determinaram a migração de assentados de Primavera para Belo Monte; b) como foi o processo de estruturação das famílias dos Assentamentos Primavera e Belo Monte e como tem sido a formação dos novos núcleos familiares; c) como tem ocorrido a evolução das condições sociais dos assentados; d) como as políticas públicas têm contribuído e poderão contribuir para a inclusão social dos assentados de Primavera e Belo Monte. A pesquisa de campo utilizará a história oral para o aspecto qualitativo, através dos depoimentos orais de sujeitos representativos. As análises e reflexões originadas desta pesquisa poderão contribuir para o debate sobre a questão agrária no Brasil, sobre a validade da política de assentamentos e a viabilidade da pequena agricultura em áreas reformadas. O resultado poderá ser útil para os pesquisadores que trabalham com temas como trabalho no campo, assentamentos rurais, reforma agrária, movimentos sociais, bem como propiciará produção de conhecimento significativo para uma prática inclusiva do Serviço Social. (AU)