| Processo: | 06/59277-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Jorge Alberto Marques Rezende |
| Beneficiário: | Ana Carolina Christino de Negreiros Alves |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Doenças de plantas Passiflora Maracujá Begomovirus Mosca-branca |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Begamovirus | Doenca | Geminiviurs | Maracuja | Mosca Branca |
Resumo O Passion flower little leaf mosaic virus foi encontrado causando danos severos em plantios de maracujazeiro em dois municípios do Estado da Bahia no ano de 2001, onde foi constatada colonização de plantas por Bemisia tabaci. Até o momento este vírus não parece constituir grave ameaça a cultura do maracujazeiro, o que aparentemente esta relacionado ao fato dessa fruteira não ser preferida para a alimentação da mosca-branca. No entanto, caso um biótipo de B. tabaci venha a se adaptar ao maracujazeiro o vírus poderá ter maior importância. Assim, os objetivos deste trabalho são: conhecer algumas características epidemiológicas da doença, identificando possíveis hospedeiros alternativos do patógeno entre algumas espécies da vegetação espontânea e cultivadas; dar continuidade a seleção de espécies silvestres de Passiflora resistentes a este begomovirus que possam ser úteis em futuro programa de melhoramento genético; avaliar se adultos de B. tabaci presente no Estado de São Paulo são capazes de transmitir esse vírus e purificar o vírus para a produção de antissoro policlonal para uso em testes sorológicos de diagnose da doença. As plantas teste serão inoculadas mecanicamente, por B. tabaci ou por enxertia. A reação de espécies silvestres de Passiflora será avaliada por enxertia em maracujazeiro amarelo infectado que servirá de fonte de inoculo. As avaliações serão feitas por meio dos sintomas, PCR e teste de recuperação biológica. O antissoro produzido será avaliado em teste de PTA- ELISA. (AU) | |
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