| Processo: | 05/57740-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2008 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas |
| Pesquisador responsável: | Leonor Patricia Cerdeira Morellato |
| Beneficiário: | Maria Gabriela Gutierrez de Camargo |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fenologia Efeito de borda Frutificação Cerrado |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cerrado | Efeito De Borda | Fenologia | Frutificacao | Sindromes De Dispersao |
Resumo Considerado um dos hotspots de biodiversidade, o cerrado brasileiro é a savana mais rica do mundo. A vegetação de cerrado possui uma fisionomia bastante diversificada, desde formas campestres abertas, até formas mais densas como os cerradões. O cerrado brasileiro e, principalmente na região do Estado de São Paulo, vem sofrendo um processo intenso de fragmentação, o que traz conseqüências deletérias para a biota nativa e torna os organismos restantes sujeitos aos efeitos de borda. Efeitos como aumento da temperatura e incidência de luz, maior influência de ventos e a diminuição da umidade relativa, podem afetar o comportamento fenológico da comunidade e as interações entre plantas e animais como a frugivoria e dispersão de sementes, podendo alterar a proporção de espécies por síndrome de dispersão na comunidade. Este trabalho pretende analisar a influência da borda no padrão de frutificação e dispersão de sementes e verificar (i) qual a proporção de espécies em cada síndrome de dispersão encontrada, e como esta proporção varia entre borda e interior, (ii) como varia o padrão de frutificação das espécies por síndrome de dispersão e entre borda e interior, e (iii) como varia a produção de frutos na comunidade de acordo com as síndromes de dispersão e entre borda e interior da área de estudo. Para tanto será realizado o acompanhamento fenológico quinzenal dos indivíduos da área de cerrado durante um ano, contagem de frutos e sementes e tomada de medidas como tamanho e peso dos frutos e o levantamento das síndromes de dispersão das espécies. Para a análise do padrão fenológicos será utilizado o índice de atividade fenológica e o teste Qui-quadrado para verificar a sazonalidade na frutificação. A hipótese da variação na produção de frutos entre borda e interior será testada através do teste Mann-Whitney e para a hipótese de variação na proporção das síndromes entre borda e interior será utilizado o teste Kruskal-Wallis. (AU) | |
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