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Organogênese e transformação genética de limão Volkameriano (Citrus volkameriana)

Processo: 06/05454-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2007
Vigência (Término): 31 de agosto de 2008
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia
Pesquisador responsável:Beatriz Madalena Januzzi Mendes
Beneficiário:Eveline Carla da Rocha Tavano
Instituição-sede: Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Citrus   Melhoramento genético vegetal   Transformação genética   Resistência à doença

Resumo

A transformação genética permite a introdução de genes de interesse agronômico no genoma vegetal, podendo ser utilizada com o objetivo de reduzir os problemas fitossanitários dos citros. A Morte Súbita dos Citros (MSC) é uma doença provavelmente causada por uma estirpe mutante do vírus da tristeza dos citros (CTV) e tem causado sérios danos à citricultura nacional. Assim, a transformação genética pode ser utilizada para a obtenção de plantas resistentes a MSC. Para o uso de técnicas de transformação genética é essencial a disponibilidade de um sistema de regeneração de plantas in vitro para a variedade em estudo. O objetivo deste trabalho é estudar a organogênese e a transformação genética de limão 'Volkameriano'. Os explantes para estes experimentos serão segmentos internodal, coletados de plantas cultivadas em casa-de-vegetação. Para a organogênese os explantes serão cultivados em meio de cultura EME suplementado com diferentes concentrações de BAP (0; 0,5; 1,0; 1,5 mg/L) testadas individualmente ou em combinação com NAA (0,5 mg/L). A incubação do material será feita no escuro ou sob fotoperíodo de 16 h de luz, a 27C, por um período de 30 dias. A avaliação será realizada determinando-se o número de explantes com brotos. Para a transformação genética os explantes serão inoculados com Agrobacterium tumefaciens contendo o plasmídeo pCAMBIA 2201, com o gene de seleção nptII, o gene repórter GUS e o gene da capa protéica do CTV, numa construção tipo "hairpin". A identificação dos brotos transgênicos será feita pelo teste histoquímico GUS e por PCR. Os brotos positivos serão microenxertados in vitro e após o desenvolvimento as plantas serão aclimatizadas para condições de casa de vegetação. A confirmação da integração e transcrição do transgene será realizada pelas análises de Southern blot.