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De que maneira Aristóteles diz a homonímia do bem?

Processo: 06/05118-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2007
Vigência (Término): 30 de setembro de 2008
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia
Pesquisador responsável:Marco Antônio de Ávila Zingano
Beneficiário:Hugo Bezerra Tiburtino
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Aristóteles

Resumo

Procuraremos desdobrar uma passagem da Ethica Nicomachea (I, 6), em que Aristóteles atribui um uso homônimo à palavra “bem”. Em que sentido usamos a palavra bem ou bom? Com efeito, ela pode ser dita de diversas coisas, todas bastante diferentes (por exemplo: bom menino, boa vida, boa casa etc.) e, apesar das disparidades, todos esses casos parecem ter algo em comum. Para ver, então, como Aristóteles coloca e resolve essa questão, é preciso estudar diversas teorias de seu pensamento, como a homonímia, a analogia e a causa final, sem falar na própria crítica ao platonismo, pois é criticando o conceito de Bem em Platão que nasce tal questão. Por meio de uma leitura rigorosa, onde nenhuma conclusão será tirada se não possuir respaldo textual, estudaremos a dita passagem em consonância com outros textos seus, principalmente a Ethica Eudemia, Physica e as Categoriae, em busca de tais respostas.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
TIBURTINO, Hugo Bezerra. O problema do bom em geral para Aristóteles. 2010. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas São Paulo.

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