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Desenvolvimento de aptâmeros para modulação da atividade do receptor purinérgico P2X7 na diferenciação neuronal

Processo: 06/52479-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de outubro de 2006
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica
Pesquisador responsável:Alexander Henning Ulrich
Beneficiário:Cleber Augusto Trujillo
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:01/08827-4 - Modulação artificial da diferenciação neuronal e função de receptores por oligonucleotídeos sintéticos atuantes aos níveis gênico e protéico, AP.JP
Assunto(s):Aptâmeros de nucleotídeos   Receptores purinérgicos   Diferenciação neuronal

Resumo

O desenvolvimento embrionário do sistema nervoso de vertebrados é baseado no controle da expressão gênica e de fatores intrínsecos e extrínsecos que resultam na divisão, sobrevivência e diferenciação das células neuroepiteliais. Neste contexto, nucleotídeos de purina são importantes moléculas sinalizadoras nos processos de resposta celular. Estes receptores expressos na superfície celular e denominados P2, são subdivididos em P2Y(1-12) metabotrópicos e P2X(1-7) inotrópicos, no qual o receptor P2X7 esta envolvido em processos imunológicos, neurotransmissão e neurogênese. A importância da Inibição dos receptores purinérgicos na diferenciação neuronal pode ser estudada in vitro através das células progenitoras neuronal, que tem a capacidade de se diferenciarem em neurônios, astrócitos e otigodendrócitos. Considerando a interação glia-neuronio em processos de neurogênese, a distribuição e papel do receptor P2X7 na neurotransmissão, fundamentam a investigação deste receptor da diferenciação neuronal. Através da técnica SELEX (Systematic Evolutíon of Ligands by Exponential enrichment), serão selecionados aptâmeros de RNA que podem agir como inibidores específicos para o receptor P2X7. O bloqueio da atividade biológica por estes ligantes nas células progenitoras neuronais será confirmado por estudos eletrofisiológicos e por sua capacidade de interferir na diferenciação neuronal in vitro. (AU)