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Junto e misturado: imanência e transcendência no PCC

Processo: 07/52704-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2007
Vigência (Término): 30 de abril de 2009
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Antropologia - Antropologia Urbana
Pesquisador responsável:Jorge Luiz Mattar Villela
Beneficiário:Karina Biondi
Instituição-sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Poder social   Prisões   Violência (criminologia)

Resumo

A presente pesquisa se debruçará sobre o Primeiro Comando da Capital - PCC - enquanto um novo fenômeno social que tem sua gênese nas instituições penais, mas que não ficou restrito a elas, transbordando sua dinâmica para as malhas urbanas, infringindo e sendo infringido por outros atores sociais que, à primeira vista, nada teriam à ver com este fenômeno. A partir de pesquisa de campo em instituições prisionais, busco apreender a lógica nativa, particularmente ao que diz respeito às questões da violência e do poder, para mostrar como as tensões que guardam essas noções podem constituir o impulso para o estabelecimento de uma socialidade fluída que encontra em outras socialidades (também fluídas) o outro necessário para a troca de valores, informações, éticas e morais transmitidas em rede. Com isso, busco dissolver tanto a idéia das fronteiras que isolariam o PCC dos outros fenômenos sociais, quanto à idéia de localização do PCC, mostrando que ele constitui, sobretudo, um fenômeno supralocal. Desta forma, procuro me distanciar cada vez mais das idéias do senso comum sobre o PCC para, então, refletir acerca do que é, afinal, o Primeiro Comando da Capital. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:
Solução de conflitos por meio da violência diminui nas prisões paulistas